quarta-feira, 30 de junho de 2010

Por uma avicultura e uma suinocultura mais modernas

Avicultores e suinocultores ganham um novo folêgo para qualificar ainda mais a produção. O Programa de Modernização da Agricultura e Conservação de Recursos Naturais (Moderagro) oferece aos produtores financiamentos, agora, com mais prazo para pagar: 10 anos. Segundo o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Edilson Guimarães, a medida deve auxiliar na modernização das granjas.

Na prática, o anúncio – que faz parte do Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 – representa um incentivo aos criadores. Para o presidente executivo da União Brasileira de Avicultura, Francisco Turra, a inclusão da avicultura no Moderagro deve beneficiar principalmente produtores de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

– Esses são locais pioneiros na avicultura do país, portanto, possuem algumas instalações mais antigas. Por isso, esse financiamento é tão importante, já que assim o criador pode modernizar sua granja e manter o nosso padrão de qualidade – pontua Turra.

Na opinião do presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Folador, os incentivos deverão favorecer tanto integrados quanto criadores independentes.

– Ter essas possibilidades de financiamento com maior prazo de pagamento é muito bom para o produtor que quiser ampliar a produção ou mesmo melhorar as condições das suas instalações. Incentivos são sempre bem-vindas ao setor – comemorou Folador.

No caso da avicultura, o programa chega ao segmento em um momento de boas expectativas. Ao contrário dos últimos dois anos, quando o setor apresentou uma queda de 24% na receita das exportações, devido à desvalorização do dólar, os cinco primeiros meses deste ano apresentam um acréscimo de 17,9% na receita, fechando em US$ 2,168 bilhões em exportações.

– O aumento em volume de exportação não foi tão significativo, fechando em 0,11%. Mas exportamos um produto com maior valor agregado, além de algumas recomposições de preços que aconteceram – explica Turra.

O cenário otimista conta com o aumento da exportação para África, Ásia, Rússia e a expectativa do mercado da Indonésia.

INVESTIMENTO

> Financiamento: de até R$ 300 mil por produtor

> Prazo: 10 anos

> Juros: 6,75% ao ano

CUSTEIO

> Suinocultores e produtores independentes de frango: crédito de até R$ 275 mil, com três anos de carência e 10 anos para saldar o financiamento;

> Integrados de frango: linha especial de R$ 45 mil;

> Integrados de peru: linha especial de R$ 65 mil;

fonte: Jornal Zero Hora


Governo quer conter venda de terras a estrangeiros


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu propor alterações à Constituição para proibir a compra de terras brasileiras por estrangeiros. Preocupado com o que considera um "abuso", o presidente Lula determinou a retomada dos debates por um grupo de ministros e auxiliares sob a coordenação da Casa Civil, que elabora uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) com essa finalidade. A PEC teria poder para anular títulos já registrados por estrangeiros a partir de uma data de corte a ser estabelecida.

"Não queremos que comprem terras aqui. Não precisamos de estrangeiros para produzir aqui. Essa é a política anunciada pelo presidente Lula", revelou ao Valor o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. "Temos que proibir que eles tomem conta. As terras brasileiras têm de ficar nas mãos de brasileiros, porque isso tem a ver com segurança alimentar".


O governo avalia, desde 1998, alterar as regras para restringir a aquisição de terras por estrangeiros no Brasil. A principal mudança seria equiparar a empresa nacional de capital estrangeiro ao conceito de companhia controlada por acionistas não residentes no país ou com sede no exterior. Até agora, as compras de terras têm sido feitas com base em um parecer da Advocacia-Geral da União, que dispensou autorização para a aquisição de imóveis rurais em território nacional. Até 1995, o Artigo nº 171 da Constituição, depois revogado, permitia a distinção entre os dois conceitos. Uma lei de 1971 limitava os investimentos estrangeiros a um quarto da área de cada município brasileiro e previa que pessoas da mesma nacionalidade não podiam ser donas de mais de 40% desse limite.


A preocupação de Lula tem fundamento em dados do Banco Central e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Estatísticas inéditas do cadastro rural mostram que, até 2008, havia 4,04 milhões de hectares registrados por estrangeiros. São 34.218 imóveis concentrados no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Bahia e Minas. De 2002 a 2008, o governo registrou grandes investimentos estrangeiros em terras no país - US$ 2,43 bilhões, segundo o BC. "Não sou xenófobo, mas nosso território é finito, a população cresce e demanda comida", disse Cassel.



Fonte: Valor Econômico em http://www.aviculturaindustrial.com.br/

IV Congresso da Sociedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática


Promovido pela Sociedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática (AQUABIO), vai Acontecer o IV Congresso da Sociedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática (AquaCiência).

Será entre os dias 12 a 15 de Setembro de 2010 em Recife Pernanbuco.

As inscrições já estão abertas e o envio de trabalhos será até o dia 15 de Julho.

O AquaCiência é o principal evento científico da aquicultura brasileira. As edições anteriores do AquaCiência foram realizadas em Vitória-ES (2004), Bento Gonçalves-RS (2006) e Maringá-PR (2008). Nessa oportunidade convidamos pesquisadores, técnicos, estudantes de graduação e pós-graduação, produtores e empresários para uma participação efetiva.

O congresso objetiva discutir os recentes avanços tecnológicos ligados à aquicultura e biologia aquática, como forma de contribuir para aumento da produção de pescado dentro dos princípios da sustentabilidade. Sendo assim, o evento contará com a participação de conferencistas nacionais e internacionais, sendo abordados temas relativos às principais cadeias produtivas da aquicultura, além da apresentação de trabalhos científicos.

Não perca essa oportunidade de novos conhecimentos, apresentação de seus trabalhos, e conhecer pessoas com os mesmos interesses que você!!

Mais informações: http://www.aquaciencia2010.com.br/#

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terça-feira, 29 de junho de 2010

Mostrando a lingua!







Renda sobe e consumo familiar muda


O forte aumento de renda nos últimos anos provocou mudanças significativas nos hábitos de consumo dos brasileiros. A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE de 2008 e 2009 mostra que, na comparação com o levantamento de 2002 e 2003, caiu o peso das despesas com alimentação, ao passo que subiram os gastos com transporte, assistência à saúde e habitação. Ao mesmo tempo, sobrou mais espaço para a compra de ativos como imóveis, terrenos e títulos de capitalização e para a redução de dívidas - ou seja, o brasileiro está poupando mais.

O retrato da pesquisa, porém, deixa claro que nem tudo são flores: 35,5% das famílias declararam não ter alimentos em quantidade suficiente para chegar ao fim do mês - percentual alto, ainda que menor que os 47% de 2002/2003.

Em 2008/2009, a participação das despesas com alimentação na cesta de consumo ficou em 19,8%, abaixo dos 20,8% de 2002/2003. O economista-chefe do Centro de Políticas Sociais (CPS) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcelo Neri, diz que esse é um bom sinal, porque o peso dos gastos com alimentação diminui em países que se tornam menos pobres. Na zona urbana, a participação dos gastos com alimentação fora do domicílio no total de gastos com alimentos atingiu um terço (33,1%), bem mais que os 25,1% de 2002/2003. Essa mudança reflete o aumento da renda dos últimos anos, mas também o fato de cada vez mais pessoas trabalharem fora de casa, diz Neri.

A fatia das despesas com assistência à saúde também cresceu, passando de 6,5% em 2002/2003 para 7,2% em 2008/2009. É outro sintoma da expansão dos rendimentos do brasileiro, embora o envelhecimento da população também tenha algum peso aí, acredita Neri.
Chama a atenção também o crescimento dos gastos com transportes, que pularam de 18,4% para 19,6% no período. A febre pela compra de veículos dos últimos anos, com financiamentos a prazos muito longos, ajuda a explicar o fenômeno.

Neri destaca o fato de os números da pesquisa revelarem um aumento da poupança. O aumento de ativos passou a responder por 5,8% das despesas do brasileiro, 1 ponto percentual acima do observado em 2002/2003. As despesas destinadas ao pagamento de dívidas tiveram um ligeiro crescimento, de 2% para 2,1%. "Isso mostra que o brasileiro está mais previdente, o que também se evidencia pelo aumento dos gastos com assistência à saúde."

Para ele, um ponto importante é que a pesquisa, que visitou cerca de 60 mil domicílios, confirmou o cenário de forte expansão da renda e redução da desigualdade captado nos levantamentos a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), que são menos detalhados. Segundo Neri, a POF mostrou que a renda domiciliar total cresceu 10,8% entre 2002/2003 e 2008/2009, mas avançou 21,54% quando se considera a renda per capita - um número muito próximo aos 21,66% apontados pela PNAD entre 2002 e 2008.

Outro ponto positivo é que a pesquisa também confirmou uma redução significativa da desigualdade. Segundo cálculos de Neri, o crescimento da renda dos 10% mais pobres foi de 42,2% entre as duas pesquisas, ritmo mais de três vezes superior à alta de 13,3% do rendimento dos 10% mais ricos.

Apesar das melhoras exibidas na pesquisa, ainda há um terreno grande a ser percorrido. Em 2008/2009, por exemplo, três quartos das famílias ainda informaram algum grau de dificuldade para chegar até o fim do mês com o rendimento que recebiam. Um percentual elevado, embora inferior aos 85% da pesquisa anterior.

A POF revela que as famílias gastam, em média, R$ 2.626,31 por mês. No Sudeste, o número é de R$ 3.135,80, quase o dobro dos R$ 1.700,26 do Nordeste.

O resultado da POF vai influenciar a forma como se mede a inflação no Brasil, como lembra o economista Fábio Ramos, da Quest Investimentos. A mudança na cesta de consumo será incorporada nas ponderações dos índices de preços. O destaque será o peso maior de serviços, que ganharam espaço.


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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Curso On-line Rehagro

CUSTO DE PRODUÇÃO EM PECUÁRIA LEITEIRA

Você conhece seus custos? A busca por aumento da eficiência produtiva e econômica na pecuária de leite é essencial. Além do aumento da produtividade, um bom controle financeiro da atividade é necessário para a maximização dos resultados. O curso propicia conhecimentos que permitirão ao aluno ter um perfeito entendimento de seu negócio e promover um planejamento financeiro adequado, imprescindível para verificar a viabilidade operacional e econômica das estratégias assumidas dentro do sistema e ter maior precisão nas informações necessárias para as tomadas de decisão.

1- Conceitos fundamentais em Contabilidade
2- Conceitos importantes no controle de custo
3- Por que controlar custos?
4- Formação de estoque
5- Depreciação
6- Plano de contas
7- Estratégias de compras
8- Levantamento patrimonial
9- Orçamento anual
10- Fluxo de caixa
11- Controle financeiro
12- Investimentos
13- Análise financeira da atividade
14- Análise econômica da atividade
15- Planilhas e análises gerenciais
16- Estudo de caso

Próxima turma: 01 de setembro de 2010

TUTOR: Felipe Cury
Médico Veterinário
Especialista em Gestão com Ênfase em Finanças

MAIS INFORMAÇÕES: http://www.rehagro.com.br

Cavalos! Sem dúvida - UMA PAIXÃO



Os cavalos são uma das minhas paixões e fiquei encantada vendo a beleza desse vídeo.
Esse vídeo é lindo!

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domingo, 27 de junho de 2010

Cade deve julgar fusão entre Sadia e Perdigão em julho


Passado mais de um ano do anúncio da fusão entre Sadia e a Perdigão, o ato de concentração envolvendo as duas empresas deve chegar ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) até o fim de junho. Com isso, o resultado do julgamento sobre união das empresas pode sair no mês seguinte, ainda em julho. É o que aposta o presidente do órgão antitruste, Arthur Sanchez Badin.
“Fiquei sabendo hoje [terça, 22] que encaminharam o processo para o Cade, e ele deve chegar aqui até o fim deste mês. Aí o prazo é de 42 dias em análise”, disse Badin, com exclusividade para Leis e Negócios.
O presidente do Conselho ponderou, no entanto, a possibilidade de o caso ser entendido como complexo e, com isso, o prazo pode ser estendido em até quatro meses, mas existe a expectativa de que a questão seja resolvida antes de agosto.
A fusão estava sob a análise da Secretaria de Acompanhamento Econômico (SAE), trâmite comum antes dos atos de concentração serem julgados pelos conselheiros do Cade.
A união das empresas foi confirmada em maio do ano passado. Ambas respondem pela maior fatia do mercado de alimentos e formaram a BR Foods, que resultará na maior processadora de carne de frango do mundo.


FONTE: Leis e Negócios – por Marina Diana - Portal IG

O mercado de trabalho:


O MERCADO DE TRABALHO

O mercado continua aquecido no Centro-Oeste, região cujo motor da economia é o agronegócio, e em Minas Gerais, especialmente para o especialista em bovinocultura. A implantação de indústrias agrícolas, como Sadia e Perdigão, na Região Centro-Oeste, também tem elevado a procura pelo profissional. No Nordeste, as melhores oportunidades estão na criação de caprinos, ovinos e avestruzes, e também na de peixes e camarões. No sul do Brasil e nos estados de Mato Grosso e Rondônia, surgem empregos em fazendas e propriedades rurais, para cuidar do planejamento rural e da saúde animal. O segmento da carne orgânica (em que os animais são criados com uso restrito de hormônios e medicamentos),embora ainda incipiente, também começa a ganhar espaço, pois cresce o número de pessoas que se preocupam com uma alimentação mais saudável. Isso deve aumentar a demanda por profissionais de zootecnia nos próximos anos. Na Região Sudeste, há um crescimento do mercado de caprinos e ovinos, e ainda são poucos os técnicos especializados para ocupar as vagas. No Sul, aumenta a criação de ovelhas para a produção industrial de lã. Nas áreas urbanas das duas regiões, há perspectivas de trabalho em laboratórios de pesquisa e biotecnologia, em empresas de exportação de produtos de origem animal e em companhias de informática, no desenvolvimento de softwares gerenciais específicos para a área. No setor público, cresce a contratação via concurso de profissionais para a fiscalização rural.

FONTE: http://guiadoestudante.abril.com.br


CURSO IEPEC


"Uso do GPS em atividades agropecuárias - Ferramenta auxiliar de gerenciamento"

Não perca a oportunidade de participar, serão abordadas as mais diversas aplicações do GPS, o aluno aprenderá a utilizar dois softwares para atualizar os mapas do GPS, manipular os dados coletados em campo e integrar os dados com imagens do google maps.

Algumas aplicações do GPS: Medir áreas de pastagem, áreas de plantio, áreas destinadas para preservação ambiental, reflorestamentos, isolamento de áreas de risco, distâncias entre pontos, execução de trilhas, criação de rotas pré-estabelecidas, estabelecimento de pontos para instalação de cochos e muitas outras aplicações que o próprio aluno poderá descobrir.

Para mais informações, demonstração do curso e matrícula acesse:
http://www.iepec.com/curso/gps-agronegocio.

sábado, 26 de junho de 2010

Cabras que desmaiam


Incrível vídeo das cabras na Flórida, USA. Que desmaiam ao ver um guarda-chuva e não conseguem fugir...

Curso On-line Rehagro

CRIAÇÃO DE BEZERRAS

Como anda o futuro de seu rebanho? Criar bezerras diante de tantos desafios e garantir a expressão de todo o seu potencial genético requer uma boa interação entre nutrição, ambiente e saúde do animal, e depende de um bom programa de criação. Boas bezerras se transformarão em boas vacas, com boa produção, saudáveis e com longevidade. Manejo pré-parto, sanidade, conforto, nutrição, entre outros, é o que você irá encontrar neste curso. Invista no sucesso do seu negócio e na sua capacitação!

CONTEÚDO
1. Introdução
2. Cuidados com os recém-nascidos
3. Pré-parto
4. Momento do Parto
5. Após o Parto
5.1 Cura de Umbigo
5.2 Colostragem
6. Práticas com o bezerro
6.1 Brincagem
6.2 Remoção de tetas extranumerárias
6.3 Mochação
7. O bezerreiro (instalações)
8. Nutrição dos bezerros
8.1 Aleitamento
8.2 Modificações no trato gastrointestinal – Transição de pré-ruminante para ruminante
8.3 Desmama
9. Vacinações
10. Principais doenças
10.1 Onfalopatias (afecções do umbigo)
10.2 Diarréia
10.3 Tristeza Parasitária
10.4 Ceratoconjuntivite infecciosa

Próxima turma: Agosto de 2010

TUTOR: Talita Silva
Médica Veterinária
Mestre em Clínica de Ruminantes; Especialista em Educação a Distância.


Mais informações: http://www.rehagro.com.br


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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Poco Adestrado



Incrivel como quando vemos esse tipo de vídeo, percebemos como é tão mínimo o contato e intimidade com animais...
Na graduação cheguei a fazer um ano de estágio com suinocultura...
São animais fantáticos, extremamente inteligentes, muito divertidos e ao contrário do que muitos pensam são animais muito limpos.

Adoro SUINOS...

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Como Criar Rosella eximius

>>> CRIAÇÃO MÍNIMA: 2 casais

>>> CUSTO: em média, R$ 2.000; algumas mutações podem chegar a R$ 8.000

>>> RETORNO: 1 ano

>>> REPRODUÇÃO: 5 ovos por postura

>>> INÍCIO: A compra deve ser feita de criadores já estabelecidos ou em lojas especializadas com referências. A itensidade das cores é que difere as fêmeas dos machos. Nas rosellas do sexo feminino, a coloração é mais fraca. Testes de DNA são considerados seguros para evitar erros na formação de casais. Dois casais são suficientes para iniciar uma criação pequena, mas criadores profissionais devem começar com dez casais de diferentes cores.

>>> AMBIENTE: Não há problema em criar rosellas no mesmo local que outras espécies. A agressividade só ocorre entre as próprias rosellas quando há disputa de território. Coloque brinquedos para facilitar a interação entre as aves.

>>> VIVEIRO: Ofereça um local com espaço que permita às rosellas voar. Viveiros com medidas de 1 x 1 metro ou 2 x 2 metros são indicados, embora os pássaros possam também viver em gaiolas. Instale tela galvanizada para proteger a criação e assegure que o fio usado seja arredondado, a fim de evitar danos nas penas dos pássaros. Cubra cerca de metade do viveiro para oferecer abrigo contra o frio, sol e chuva. Instale poleiros de diferentes diâmetros para que as aves exercitem os dedos e afastem o risco de atrofias.

>>> CUIDADOS: As rosellas requerem atenção, principalmente quando filhotes. Como as rosellas não gostam de vento e frio, o viveiro deve ser instalado onde haja proteção de paredes, cercas vivas ou quebra-ventos. Lembrete importante: a estrutura ao redor da instalação não pode impedir a incidência do sol da manhã.

>>> ALIMENTAÇÃO: As rosellas gostam de sementes, hortaliças, frutas, bagas, brotos, nozes, flores, néctar, insetos e larvas. Entre as sementes, preferem as de girassol e alpiste, e, entre os grãos, o milho. Couve, almeirão e jiló são as hortaliças que elas mais aceitam. Há também rações disponíveis no varejo.

>>> REPRODUÇÃO: Ocorre entre agosto e janeiro, principalmente em setembro, com cerca de três posturas por ano de, em média, cinco ovos. No período de reprodução, que se inicia entre um e dois anos de idade, o melhor é deixar o casal em viveiro separado, pois a rosella é agressiva e territorialista com outros pássaros da mesma espécie, sobretudo quando os filhotes estão no ninho. A fêmea é uma excelente chocadeira. Leva perto de 20 dias para incubar os ovos e só sai do ninho para se alimentar.

Dicas de Pierre J. Alonso que é zootecnista
Fonte: Revista Globo Rural

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Rosella eximius

Se tratado na mão quando filhote, o pequeno pássaro, de penas coloridas e canto bonito, torna-se um excelente animal de companhia

A rosella, cujo tamanho não passa de 30 centímetros, tem um canto bonito. Alegre, vivaz e inteligente, ela pode ser treinada para reproduzir um extenso repertório de assovios, além de ter capacidade para aprender a imitar algumas palavras e frases. Não é só pelo nome rosella eximius (Platycercus eximius) que esse pequeno pássaro chama a atenção. A beleza da profusão de cores vibrantes que tingem suas penas, em diversas combinações e em figuras geométricas, faz parecer que ele voou de um quadro pintado em aquarela. Vermelho, verde, amarelo, preto, azul, marrom e nuances desses tons formam o colorido exuberante da rosella para ornamentar jardins de residências e áreas de criação em propriedades rurais.

Em meio à vegetação na natureza, a mistura de cores serve de camuflagem ao pássaro, que ainda conta com dois círculos brancos em cada lado da face. A rosella vive em pares ou em pequenos grupos durante o verão. No inverno, pode formar grupos de até 20 exemplares. Há casos em que se juntam cerca de 100 pássaros em um só bando.

De origem atribuída à Oceania, em particular ao interior da Austrália, e de hábitat natural em savanas, bosques abertos e árvores em margens de rios, a rosella também pode ser vista mais próxima de áreas urbanas. Igual a arara, papagaio, maritaca, jandaia e tuim, a espécie pertence à família dos psitacídeos.

Já adaptadas ao clima brasileiro, as gerações nascidas por aqui são mais resistentes do que as autênticas rosellas importadas da Europa. Em cativeiro, são criadas em viveiros, que podem ser construídos artesanalmente, com madeira, pregos e arame galvanizado, ou comprados em lojas especializadas. Bem manejadas, podem viver mais de 20 anos no local de criação e têm capacidade para se reproduzir durante 15 anos.

Quando tratada na mão nos primeiros dias de vida, a rosella se torna um excelente animal de companhia. Para isso, o filhote deve ser retirado do ninho entre 15 e 20 dias de vida e alimentado com papinhas próprias, disponíveis em lojas especializadas. Se a intenção é instalar um plantel, é bom colocar o pássaro para se desenvolver com outras rosellas, para facilitar a formação de casais na fase de reprodução.

Texto João Mathias
Consultor Pierre J. Alonso - Zootecnista
Fonte Globo Rural

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Bom para os consumidores, ruim para os produtores

O frango é o bicho do momento. Além de marcar presença na Copa do Mundo, com as falhas dos goleiros, seu consumo está em alta devido ao baixo preço. Bom para o consumidor, ruim para o produtor e as indústrias.


Em Chapecó, é possível comprar cortes por menos de R$ 3,00 o quilo. Em alguns casos, chega a ser mais barato que duas garrafas de 500 ml de água mineral. Na Capital, o quilo do corte custa em média R$ 5.

– Para o consumidor, é um espetáculo. Há uma grande oferta do produto pelas indústrias, o que permite barganhar preços melhores – avalia um dos vice-presidentes da Associação Catarinense de Supermercados (Acats) Amauri Battiston.

O empresário, que é dono da rede Celeiro, afirma que o frango é o carro-chefe na venda de carnes. O açougueiro Jonas Pereira confirma a liderança na venda da ave:

– O pessoal compra pelo preço.

O gerente de uma das unidades da rede Brasão, Gelson de Aguiar, estima que a venda de frango tenha crescido de 15% a 20% no último mês. Para o presidente da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Clever Pirola Ávila, os preços estão deprimidos e o consumidor tem se beneficiado.

– Devemos bater um recorde de consumo atingindo 41 quilos per capita neste ano – destaca. Hoje, o consumo é de cerca de 39 quilos por ano.

Segundo Ávila, um dos motivos para a queda foi o menor custo de produção, devido à baixa no preço da soja e do milho. Outro fator que contribuiu foi a crise internacional de 2008, que diminuiu o valor das exportações. Em 2009, o Brasil vendeu US$ 1 bi a menos do que em 2008. SC teve uma queda de US$ 300 milhões.

Mas o baixo preço não deve durar muito. De acordo com o presidente da Acav, no segundo semestre haverá uma alta de pelo menos 5% ou 6% nos produtos mais básicos. Além do maior consumo, há melhora nas vendas externas que voltaram a crescer no faturamento. No País, houve ganho de 21% no primeiro trimestre. Em SC, o aumento foi de 14%.

Battiston, da Acats, também prevê um aumento na carne de frango. Aguiar, gerente do Brasão, diz que os novos pedidos já estão com um reajuste de 8%, que deve ser repassado ao consumidor nos próximos 15 dias.


FONTE: http://www.aviculturaindustrial.com.br

Curso On-line Rehagro

GESTÃO COM FOCO EM RESULTADOS NO AGRONEGÓCIO

Uma parte dos produtores rurais e técnicos atuantes no agronegócio já despertou para a necessidade da profissionalização da gestão das propriedades rurais. Porém, vivem dificuldades no próximo passo: implementar esta gestão. Uma empresa rural ou urbana precisa de ferramentas gerenciais simples e que sejam aplicáveis à sua realidade, permitindo que se alcance o sucesso com solidez. Participe do curso “Gestão com foco em resultados no agronegócio” e transforme propriedade rural em empresa rural!

CONTEÚDO
Módulo 1 – O potencial do agronegócio e a gestão com foco em resultados
  • Introdução
  • O potencial do agronegócio
  • Gestão com foco em resultados
  • Sistemas de gestão como foco em resultados

Módulo 2 – Planejamento estratégico para a elaboração de planos de ação

  • Introdução
  • Níveis estratégico, tático e operacional
  • Gestão estratégica
  • Gestão estratégica- planejamento
  • Conclusão
  • Exercícios
Módulo 3 – O PDCA para a solução de problemas
  • O PDCA para a solução de problemas
  • As etapas do PDCA – Planejamento (P)
  • As etapas do PDCA – Execução (D) e checagem (C)
  • As etapas do PDCA – Ação (A)
  • Resumo

Módulo 4 – Integração entre estratégias, processos e pessoas

  • Integração entre estratégias, processos e pessoas

Próxima turma: Julho de 2010

TUTOR: Myriam Nobre
Médica Veterinária
Especialista em Gestão de Negócios

Mais informações: http://www.rehagro.com.br

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terça-feira, 22 de junho de 2010

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Curso On-line Rehagro


CUSTO DE PRODUÇÃO EM PECUÁRIA DE CORTE

Como conhecer o custo de produção de gado de corte? A busca por aumento da eficiência produtiva e econômica na produção de gado de corte é essencial. Além do aumento da produtividade, um bom controle financeiro da atividade é necessário para a maximização dos resultados em fazendas de gado de corte. O curso propicia conhecimentos que permitirão ao aluno ter um perfeito entendimento de seu negócio e promover um planejamento financeiro adequado, imprescindível para verificar a viabilidade operacional e econômica das estratégias assumidas dentro do sistema e ter maior precisão nas informações necessárias para as tomadas de decisão.

TUTOR: Felipe Cury
Médico Veterinário
Pós-graduando em Gestão com Ênfase em Finanças

CONTEUDO:
1- Conceitos fundamentais em Contabilidade
2- Conceitos importantes no controle de custo
3- Por que controlar custos?
4- Formação de estoque
5- Depreciação
6- Plano de contas
7- Estratégias de compras
8- Levantamento patrimonial
9- Orçamento anual
10- Fluxo de caixa
11- Controle financeiro
12- Investimentos
13- Análise financeira da atividade
14- Análise econômica da atividade
15- Planilhas e análises gerenciais
16- Estudo de caso

Próxima turma: Julho de 2010

Mais informações: http://www.rehagro.com.br

FIQUE SABENDO!!

A palavra zootecnia surge pela primeira vez em 1843, na língua francesa, "zootechnie", formada por Gasparin a partir dos radicais gregos "zoon" e "tecnê", para designar o conjunto de conhecimentos já existentes relativos à criação dos animais domésticos. Em seguida foi traduzida para os demais idiomas latinos de povos de cultura fortemente influenciada pela ciência francesa. A exploração dos animais domésticos já existia antes da criação da palavra, inicialmente tratada como a forma de criar a partir da domesticação dos primeiros animais pelo homem primitivo. O objeto da zootecnia é o animal doméstico, ou seja, o animal que pertence a uma espécie criada e reproduzida pelo homem, dotada de mansidão hereditária e que proporciona algum proveito ao homem.

Palestras IEPEC



Programas de qualidade em fábricas de ração

Ministrada pela Profª MSc.Dione Carina Francisco
A palestra apresentará informações sobre alguns programas de qualidade, a professora falará sobre análise de perigos e pontos críticos de controle, boas práticas de fabricação e muito mais.
A entrada na sala será liberada a partir de 19:30h do dia 22/06/10.

Práticas Gerais de Manejo em Caprinos

Ministrada pela Profª Maria das Graças Carvalho Moura e Silva
A palestra abordará um conjunto de práticas diárias e/ou periódicas utilizadas no criatório, com os objetivos: aumentar a produtividade geral e aumentar os rendimentos econômicos.
A entrada na sala será liberada a partir de 19:30h do dia 25/06/10.


Mais informações: http://www.iepec.com

domingo, 20 de junho de 2010

III CURSO PARA FORMAÇÃO DE INSPETORES DE REGISTRO GENEALÓGICO DE CAPRINOS

Ø Período: 16 a 18 de julho de 2010/06/10

Ø Local: Sede da RIOCAPRI (Parque de Exposições Francisco Fortes Filho – Resende/RJ)

Ø Conteúdo programático (resumo)

o Principais raças;

o Exterior;

o Técnicas de julgamento;

o Serviço de registro genealógico;

o Regulamento interno dos inspetores da RIOCAPRI;

o Avaliação final.

Ø Nº de Vagas: 15

Ø Pré-requisitos: Graduação em Zootecnia, Agronomia ou Medicina Veterinária

( O profissional aprovado no curso somente poderá ser habilitado à inspecionar se estiver devidamente inscrito em seu conselho profissional)

OBS.: Graduandos em Zootecnia, Agronomia e Medicina Veterinária, que já tenham cursado a disciplina Exterior e Raças dos Animais Domésticos ou similares, poderá participar do curso, respeitando o acima exposto.

Ø Investimento: R$ 400,00 (Quatrocentos reais)

Ø Maiores informações:

o riocapri@riocapri.com.br;

o (24) 3381 4771 (Thalita – horário de 14:00 às 18:00h)

André F. W. Fortes

Presidente da RIOCAPRI

sábado, 19 de junho de 2010

JUMENTO


NOME COMUM: Jumento
NOME EM INGLÊS: Donkey
NOME CIENTÍFICO: Equus asinus
FILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Perissodactyla
FAMÍLIA: Equidae
COMPRIMENTO: até 2,70 m
ALTURA NA ERNELHA: até 1,60 m
PESO: até 400 kg
PERÍODO DE GESTAÇÃO: 375 dias
TEMPO DE VIDA: até 45 anos
Acredita-se que o ancestral do jumento (ou asno) originou-se na África. Foi domesticado nos primeiros tempos da civilização egípcia. Hoje existe em todo o mundo, exceto nas regiões muito frias. O jumento é fácil de ser alimentado. Qualquer vegetação serve, mesmo plantas espinhentas como os cactos. É capaz de ficar sem beber água por muito tempo, podendo perder até um quarto do seu peso por desidratação. Tem uma incrível resistência à fadiga. Por essas razões é a besta de carga mais utilizada nas regiões subdesenvolvidas. Além disso, é barato e fácil de criar. Seu leite, mais rico em lactose que qualquer outro, à exceção do leite humano, é usado às vezes na alimentação infantil.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Como Criar Tatu


Pra complementar o post de ontem rerolvi colocar o "como criar" o Tatu.
Espero que gostem...
CRIAÇÃO MÍNIMA: 5 fêmeas e 2 machos
CUSTO: R$ 11.300 (animais, viveiro, caixas de recria e equipamentos, registro no Ibama, plantio de roças e capital de giro)
RETORNO: em 18 meses
REPRODUÇÃO: entre 12 e 18 meses
INÍCIO - a implantação de um criadouro de tatus exige registro e licenciamento do Ibama. A caça do animal na natureza é permitida somente com autorização do órgão ambiental, desde que haja exemplares em abundância na região. Tatus também podem ser comprados de outros criadores, com preço médio de R$ 100 por cabeça.
AMBIENTE - as instalações para criação de tatus devem contar com espaço para 5 matrizes e 2 machos. Cada viveiro deve ter piso cimentado, com tela e semicoberto. As medidas indicadas para a construção são 6 x 5 x 2 metros de altura. Se a opção for iniciar com 10 fêmeas e 4 machos, aumente o espaço para 10 x 5 x 2 metros. Dentro de cada viveiro inclua uma caixa de alvenaria ou de madeira com terra.
CUIDADOS - manter as instalações do criadouro limpas é uma medida preventiva para proteger a saúde dos animais e a qualidade dos produtos que eles podem gerar. Por isso, é recomendado realizar limpezas semanais. Uma vez por mês, faça uma desinfecção do ambiente com cal e cloro. A cada três meses, os tatus devem receber vermífugo em pó para suínos.
ALIMENTAÇÃO - os tatus são onívoros, o que facilita a alimentação. Comem todos os tipos de vegetais, como grãos, folhagens, legumes e frutas. Uma dica é plantar mandioca, abóbora e frutas no local para fornecer à criação comida a custo baixo. Carnes, vísceras, carcaças em bom estado e até animais vivos também fazem parte das refeições dos tatus. Além disso, aceitam ração de todo o tipo.
REPRODUÇÃO - com um ano de vida, os tatus já podem procriar. A gestação do tatu fêmea leva de três a quatro meses e gera de dois a quatro filhotes. Em cativeiro, o tatu consegue realizar dois partos por ano. Assim que desmamados, entre 60 e 90 dias após nascerem, os filhotes devem ser transferidos para recria em outro cativeiro ou em caixas de alvenaria de 2 metros quadrados.
Dicas fornecidas por Fabio Morais Hosken que é zootecnista e consultor para criação de animais silvestres.
Fonte: Revista Globo Rural

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Tatu

A carne e o casco são dois produtos comerciais desta espécie silvestre, que só pode ser criada com autorização do Ibama


Nem dá para imaginar que o casco duro que envolve o corpo do tatu (Euphractus sexcinctus) esconde uma carne macia, leve e de sabor marcante. Mas segredo isso também não é. De fato, é o motivo que levou à instalação de criadouros, em especial na Bahia e no Rio Grande do Norte. Além de oferecer proteína de qualidade para consumo e o próprio casco como matéria-prima para a confecção de peças de artesanato e de decoração, o animal tem sua criação como atividade em potencial pelo interesse de conservacionistas e mantenedores da fauna.
O tatu, muito comum em todo o território nacional, assim como na Argentina, Bolívia, Paraguai, Suriname e Uruguai, possui características ideais para produtores com pouca experiência. Rústico e de fácil manejo, seu desenvolvimento em cativeiro não demanda muitos cuidados. Porém, para entrar no negócio, exige-se autorização do Ibama - Instituto do Meio Ambiente e dos
Recursos Naturais Renováveis, uma vez que se trata de espécie silvestre da fauna brasileira. Assim como pacas, catetos e capivaras, entre outros, a criação do tatu deve estar de acordo com as normas do órgão ambiental.
Das espécies existentes, o tatu-peba é o mais criado atualmente, embora o galinha também seja adequado à atividade em cativeiro. Ambos são dóceis no contato com o ser humano, o que facilita o trabalho do produtor. Vivem por cerca de dez anos e comem de tudo. Gostam de raízes e frutos e até de insetos e pequenos invertebrados. Índios da etnia pankararé, localizados em área indígena no município baiano de Paulo Afonso, são considerados importantes criadores do tatu-peba pela prática de muitos anos. Desde dezembro de 2009, contam com um projeto aprovado pela Fabesp - Fundação de Apoio à Pesquisa da Bahia para o desenvolvimento da atividade local.
De cor castanha e comprimento médio de 40 centímetros, o tatu tem hábito noturno. Só à noite sai da toca, que cava fazendo túneis profundos para se abrigar. Em terra firme é ágil e, na água, nada bem. O abate pode ser feito entre 12 e 18 meses de idade, período em que o animal tem peso na faixa de dois a três quilos.
É bom contar com um local que proporcione um ambiente natural ao tatu. Uma solução é construir viveiros, cuja infraestrutura custa cerca de R$ 4.000 cada um, incluindo mão de obra e material. O preço total de caixas de recria e equipamentos é de R$ 800, enquanto que R$ 1.500 são suficientes para o plantio de roças, R$ 2.000 para o registro no Ibama e mais R$ 1.500 para o capital de giro da atividade.
Fonte: Revista Globo Rural