quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Animais da Quinta: GANSO

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Anseriformes
Família: Anatidae
Género: Anser
Espécie: A. anser 

Um verdadeiro guarda
O ganso é um defensor da propriedade, e apesar de ser uma ave, faz frente a qualquer intruso que apareça, independentemente de seu tamanho.
Os humanos não estão imunes aos ataques destes animais, que grasnam furiosamente enquanto não repelirem o intruso.

Hábitos
A sua vida é feita ao ar livre e em bando, comendo tudo o que lhes apareça, sejam caracóis ou minhocas, passando por erva, milho e rações próprias.Corpulentos, estes animais, quando criados em cativeiro, não conseguem voar, apenas usam as asas para ganhar velocidade, quando o perigo o justifica.
Existem várias raças de gansos que povoam as quintas da Europa, sendo que alguns já resultam de cruzamentos, como por exemplo o Ganso-Pardo, o mais comum, que se supõe ser um cruzamento do Ganso Toulose com o Ganso Branco selvagem.

Alimento apreciado
A carne destes animais é muito apreciada na Europa, principalmente em França, onde o paté de ganso é apreciado há muitos anos, e de onde é exportado para todo o mundo.
Os ovos, de grandes dimensões, são muito apreciados em receitas culinárias, embora na quinta quase todos sejam aproveitados para reprodução, já que o principal objetivo é criar estes animais para abate e aproveitamento da sua saborosa e característica carne.
Os gansos gostam de viver em bandos, pelo que na quinta vivem muito próximos uns dos outros, o que lhes permite criar defesas contra os intrusos.

Reprodução
A mãe ganso choca cerca de 6 ovos, durante 30 dias.

Longevidade e peso
Um ganso pode viver cerca de 20 anos e pesar até 12 kg

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

BRANGUS - gado de corte

BRANGUS 

Origem 
É uma raça de corte, mocha, formada no sul dos EUA. O Brangus tem 5/8 de sangue Angus e 3/8 de sangue Brahman. 
Características 
Tem como caraterísticas principais a rusticidade do Brahman e a precocidade do Angus. 
Associação Brasileira de Brangus 
Rua Américo Carlos da Costa n º 320 
Campo Grande - MS CEP 79080-170 
Fone: (067)742-3811 

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domingo, 28 de agosto de 2011

Notícias daqui da Austrália


Olá amigos...
Deixei a Tasmânia, onde trabalhava em uma incrível fazenda de Gado de leite e agora vim para Western Austrália trabalhar com Gado de corte, que é a minha especialização.
Agora trabalho para um fazendeiro que tem 3 fazendas de Gado de Corte e cada uma com capacidade para cerca de 7 mil animais. E possuem gado a pasto e confinamento.
Os animais daqui vem praticamente para a engorda e são exportados vivos, pois o abate aqui é caro. 
Os Animais dessas fazendas são todos para exportação e boa parte vai para a Indonésia, pois enquanto que aqui o abate fica cerca de 200 Dólares por cabeça, lá custa apenas 5 Dólares.
Chegam animais de várias raças diferentes, mas a paixão do Nosso chefe é o Wagiu (Aquela raça do Japão que a carne é bem rica em gordura).
Os animais vem de várias propriedades diferentes e ficam aqui para a engorda, mas a maioria vem do norte da Austrália. Lá eles são criados soltos, em fazendas gigantescas e praticamente nunca veem pessoas e esses animais são distribuídos para todo o país. Quando chegam na fase para ser mandados para engorda, são necessárias muitas pessoas e dias para recolhe-los, e algumas fazendas usam até helicópteros. Eu nem acreditava até ler uma reportagem sobre isso em uma revista rural famosa aqui.
Os animais chegam aqui depois de 3 dias de viajem. Chegam muito estressados. Por isso precisamos ter atenção e cuidado redobrado durante o manejo.
O trabalho aqui é muito bom. Estou aprendendo bastante e vendo na prática mutas coisas que aprendemos na Universidade.

Fotos da Fazenda de Badgingarra (que é onde eu moro)











































Mercado de trabalho do zootecnista está em expansão

Melhoria da qualidade da carne impulsiona a carreira.
Campo de atuação é amplo e diversificado.


Simone HarnikDo G1, em São Paulo


Pecuária de corte é uma das mais promissoras da carreira (Foto: Divulgação/FZEA)




As restrições da Europa à carne bovina brasileira abrem espaço de trabalho para zootecnistas. Nesta segunda-feira (25), a Rússia deu apoio ao Brasil para as negociações de reabertura do mercado da União Européia. Com ou sem abertura, é o zootecnista que deve procurar a melhoria da qualidade do produto. E está valorizado no mercado. 

“A zootecnia mexe com o agronegócio e esse é um mercado em expansão. O alimento tem de ser bom para exportar e também para o consumo do brasileiro. E tudo isso tem a ver com o zootecnista”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Zootecnistas (ABZ), Severino Benone Paes Barbosa. Segundo ele, o trabalho surge, por exemplo, na certificação da carne bovina. Outra vantagem da carreira é a que registra o diretor-executivo do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) do Distrito Federal, Guilherme José de Carvalho. “O mercado de trabalho é bastante amplo. O zootecnista pode atuar na propriedade rural, fazenda, chácara, passando por órgãos governamentais”, diz. Algumas das atividades às quais o zootecnista está habilitado é a nutrição animal, o melhoramento genético, o manejo. E não há restrição sobre o tipo de animal: pode ser tanto silvestre quanto de produção. Até mesmo para lidar com cães e gatos, para exposição, por exemplo, o zootecnista é preparado.

Eldorado no país


Zootecnista pode trabalhar com nutrição animal em fábrica de ração (Foto: Divulgação/FZEA)


De acordo com Benone, a região Centro Oeste é a que mais tem impulsionado o mercado profissional, com desenvolvimento da pecuária. Já a região Norte, com as florestas, se diferencia por uma riqueza de animais silvestres que ainda está sendo descoberta e pela criação de bovinos e búfalos. No Nordeste, a área que mais cresce é a pecuária leiteira, com condições climáticas favoráveis. 

“Antigamente, quem mais contratava era o setor público. Hoje, há muitas empresas particulares que empregam, como as de rações, biotecnologia, melhoramento genético e reprodução”, afirma Benone. “E outra coisa que não era comum é o profissional ser empreendedor, ter a sua própria criação”, diz Barbosa. 


Salário


O piso salarial é o estipulado para médicos veterinários, que é de seis salários mínimos por 6 horas de trabalho diárias (R$ 2.280) ou de 8,5 salários mínimos para 8 horas diárias de jornada (R$3230). No entanto, de segundo a ABZ, o salário fica a cargo da empresa e da função. Por isso, é comum um profissional ganhar entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. 

A profissão é reconhecida e, para exercê-la, o zootecnista tem de se inscrever no Conselho Regional de Medicina Veterinária. De acordo com a ABZ, estima-se que existam no país cerca de 15 mil zootecnistas, mas somente cerca de metade tem registro no conselho. 



FONTE: G1
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL326529-5604,00-MERCADO+DE+TRABALHO+DO+ZOOTECNISTA+ESTA+EM+EXPANSAO.html

sábado, 27 de agosto de 2011

Instalações para Avestruz

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Instalações 
A característica principal das instalações, esta relacionada à extrema simplicidade das mesmas, deve-se inicialmente construir piquetes de dimensões de 1.000 m² (20m x 50m) podendo também ser de 1400 m² (20m x 70m) utilizando-se de telas especiais (campestres) com altura de 1,60m não devendo ser soldada as emendas e sim costuradas, para promover a contenção e integridade das aves, com a preocupação de se instalar corredores de dimensões variando de 1,5m a 2,0m entre os piquetes que impossibilitem e ou inviabilizem o contato direto entre as aves impedindo a ocorrência de possíveis disputas (brigas), e no piquete instalar cochos de água, ração e sal sem a necessidade de serem protegidos de intempéries normais(sol e Chuva). Com o resultado do progresso de manejo dos pastos efetuamos a redução dos piquetes segundo orientações dos mais experientes para 800m²(20m x 40m) para acomodar um casal de aves (400 m²/Cab.) e temos constatado considerável sobra de forrageiras quando da rotação dos mesmos.
No caso de se optar pela cerca de arame liso, promover um distanciamento entre os fios de 10,15 e 20 cm atentando para a altura de 1,60m ou 1,80m.
Temos visto em outras propriedades a opção de se utilizar unicamente 5 fios de arame liso distanciados a 25 cm apresentando espaçamento entre mourões a cada 6 metros e balancins distanciados a cada 1,5 metros, ficando para o futuro a responsabilidade de registrar o sucesso ou fracasso da instalação.

Outra curiosidade interessante, está na formação de colônias de animais em piquetes em numero de 02 com capacidade de abrigar 30 animais medindo [180 X 200 metros] cada um, deixando para este tipo de colônia uma única sugestão, de se utilizar animais em desenvolvimento, pois no caso deles se encontrarem em fase de reprodução dificilmente se teria a certeza dos casais geradores e fertilizadores dos ovos produzidos.
Nos piquetes implantar gramíneas resistentes ao pisoteio e de porte baixo bem manejados e fertilizados, atentando para manter uma altura mínima de pastejo.
No intuito de se promover a melhoria da qualidade nutritiva das pastagens, introduzir leguminosas em consorcio com a gramínea, optando por aquela que apresente característica de agressividade, facilidade de implantação e pegamento, perenidade e disponibilidade de se adquirirem mudas em nossa região, aliado ao excelente potencial nutritivo do mesmo. O amendoim forrageiro registra índices 60 a 70 % de digestibilidade e 19% de proteína bruta.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Material genético de frango de corte

Cruzamentos 
Nos cruzamentos normalmente se busca tirar proveito dos seguintes efeitos: a) genéticos: Efeito de raça: (devido ao efeito genético aditivo dos genes, passa de geração a geração e inclui habilidade geral de combinação das linhas utilizadas no cruzamento). Efeito da heterose: (devido aos desvios de dominância dos alelos e dos desvios da epistasia entre locus e inclui habilidade específica de combinação das linhas utilizadas no cruzamento) pode existir no indivíduo, na mãe e no pai do mesmo, mas não passa para a geração seguinte. Efeito recíproco: é o desvio entre o desempenho dos indivíduos de um cruzamento e do seu recíproco, como por exemplo A x B é diferente de B x A. Na nomenclatura de melhoramento genético se convenciona que a primeira letra representa a raça do pai e a segunda a raça da mãe. b) não genéticos: Efeito da complementariedade: é a vantagem que se obtém por exemplo ao se cruzar galinhas de maior produção de ovos com galos de potencial genético para maior ganho de peso. O recíproco desse cruzamento da um custo de produção maior. No cruzamento entre as linhas puras (avós) para a formação das matrizes se busca combinar as características para as quais as linhas foram selecionadas com diferentes ênfases. Além disso, os cruzamentos efetuados para gerar os frangos incorporam ganhos pela melhor eficiência produtiva. Portanto, observar as seguintes recomendações: adquirir pintos de linhagens reconhecidas pelo mercado; a criação poderá ser mista ou separada por sexo; os pintos devem apresentar características saudáveis como olhos brilhantes, umbigo bem cicatrizado, tamanho e cor uniformes, canelas lustrosas sem deformidades, com plumagem seca, macia e sem emplastamento na cloaca; transportar os pintos do incubatório, onde são mantidos em ambiente controlado, até o local do alojamento, em veículos adequados, com conforto e buscando o bem-estar dos pintos. Para os produtores interessados na produção comercial de alta produtividade existem as seguintes linhagens de corte. Hibridos comerciais de frangos de corte (importadas): Ag Ross, Cobb Vantress, Hybro, Isa Vedette, MPK, Arbor Acres, Avian, Shaver e Hubbard.Hibridos comerciais de frangos de corte (nacionais): Embrapa 021, S-54 e Chester.

Raças 
Mais de 300 raças puras e variedades de galinhas já foram desenvolvidas até os dias de hoje, porém apenas poucas têm expressão comercial. Algumas das raças mais antigas são apenas mantidas em estações experimentais. Deve se ter em mente que o banco genético é a fonte da diversidade e o combustível para os cruzamentos que dão origem aos híbridos modernos. Em frangos de corte as raças utilizadas são:Plymouth Rock Branca - Apresenta pele amarela e crista lisa. Foi muito utilizada nos primeiros cruzamentos para produção de frangos de corte. Atualmente serve de material básico de muitas linhas cruzadas. As penas brancas representam uma grande vantagem desta raça para a produção comercial de frangos e para os abatedouros que preferem aves de penas brancas às coloridas. A maioria das linhas originais eram de empenamento tardio, uma desvantagem para a produção de frangos de qualidade, no entanto, a maioria das linhas disponíveis atualmente são de empenamento rápido. New Hampshire - Apresenta cor vermelho claro, pele amarela, crista lisa e produz ovos de cor marron. Por muitos anos foi utilizada para a produção de frangos de corte. Mais tarde passou a ser utilizada para cruzamentos com outras raças de corte para produção de frangos. Atualmente apenas poucos criadores se dedicam à comercialização desta raça. Esta raça foi utilizada em muitos cruzamentos que formam os atuais híbridos de corte, principalmente em função da habilidade de produção de grande quantidade de ovos que eclodem bem. Cornish Branca - Apresenta crista ervilha, pele amarela e produz ovos de casca marron. Apresenta corpo de conformação diferente das outras raças, tendo pernas mais curtas, corpo amplo com peito musculoso. As habilidades de produção de carne são muito apreciadas nesta raça, no entanto produz poucos ovos de tamanho pequeno e com eclodibilidade pobre. A habilidade de produzir carne desta raça tem sido explorada no cruzamento de galos Cornish com galinhas de raças como a Plymouth Rock Barrada, Plymouth Rock Branca, New Hampshire e linhas híbridas. Sussex - É uma raça inglesa predominantemente para corte com diversas variedades, das quais a Light Sussex é a mais popular. Apresenta pele branca e produz ovos de casca marron. É boa produtora de carne. Em alguns países europeus os frangos de pele branca são os preferidos. 

Linhas puras 
Geralmente é impossível conseguir que uma única linha de aves seja boa produtora de carne e também de ovos. Quando uma linha é selecionada para alta quantidade de carne a produção de ovos diminui muito. As linhas fêmeas são desenvolvidas separadamente das linhas machos, uma vez que as fêmeas produzem os ovos e são responsáveis pela eclodibilidade dos mesmos. As linhas fêmeas são selecionadas para produzir grande quantidade de ovos, que eclodem bem, além de produzirem pintos grandes com grande capacidade de crescimento. As linhas de carne apresentam excepcional conformação para corte, são de tamanho grande, crescimento rápido e apresentam excelente conversão alimentar. Atualmente essas linhas são híbridas que incorporam genes necessários para produção de carne, conformação e facilidade de processamento, com pouca ênfase em produção de ovos e eclodibilidade. Provavelmente todas as linhas machos usadas para produção de carne incorporaram alguns genes das raças Cornish Escura ou Cornish Clara. Essas variedades conferiram a amplitude de peito, pernas curtas e a carcaça arredondada, mas devido às penas coloridas dessas duas raças as linhas híbridas também incorporaram genes de linhas brancas. Não apenas as aves dessa linha híbrida apresentam penas brancas, mas também os descendentes do cruzamento de galos dessa linha com galinhas de penas coloridas, o que é uma vantagem na depena dos frangos. Geneticamente as linhas híbridas de macho são dominante para o gene branco. A maioria dos consumidores preferem aves de pele amarela e por isso, praticamente todas as linhas de machos e de fêmeas apresentam pele amarela, mas na Inglaterra e em alguns países europeus existe preferência por aves de pele branca. Naquele caso, os frangos são produzidos pelo acasalamento de galos de pele branca com galinhas de pela amarela. Os galos de pele branca de linhas Sussex Clara são os mais utilizados. Bisavós, 

Avós e Matrizes 
Bisavós Devido à necessidade de ganhos genéticos cumulativos e de grande número de aves para a seleção, além do grande número de galinhas para produzir os ovos, as linhas puras podem ser reproduzidas em várias incubações, quinzenalmente. Os produtos nascidos são da mesma constituição das linhas puras e selecionadas dentro da linha, transformando-se em Bisavós. Avós Do acasalamento das bisavós dentro de linha gera-se os galos nas linhas de macho e as galinhas nas linhas de fêmeas que serão os pais das matrizes e portanto chamados de avós. Matrizes As matrizes são os híbridos resultantes do cruzamento de avós. Por exemplo, a matriz macho AB é produzida pelo acasalamento do avô paterno (galo A) com a avó paterna (galinha B) e a matriz fêmea CD é produzida pelo acasalamento do avô materno (galo C) com a avó materna (galinha D). 

Avaliação do desempenho do lote 
O desempenho padrão da linhagem utilizada pode ser estimado pela pesagem de cerca de 1% dos frangos em qualquer época, comparando-o com tabelas constantes nos manuais das linhagens. Na moderna avicultura de corte, taxas de mortalidade acima de 3 % por lote estão fora dos padrões aceitáveis como normais. O desempenho do lote pode ser avaliado através de índices, como por exemplo. o IEP (índice de eficiência produtiva). Esse índice leva em consideração o peso vivo, viabilidade, idade e a conversão alimentar (CA), de acordo com a seguinte fórmula:IEP=((Peso vivo (kg) x % Viabilidade ) / (Idade em dias x Conversão alimentar ))x100 

Exemplo: 
peso corporal de 2,3 kg; mortalidade de 3 %; idade 42 dias; CA de 1,8 
IEP = (( 2,3 x 97 ) / ( 42 dias x 1,8 )) x 100 
IEP = 295,11

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Cavalo Árabe


Conta a lenda que o cavalo árabe originou-se quando "Alah" disse ao Vento Sul: "Transforma-te em carne sólida, pois de ti farei uma nova criatura, para honra de meu sagrado senhor". Por ter vivido por muito tempo em condições adversas no deserto, o cavalo árabe tornou-se uma animal rústico, mas muito dócil e dedicado, pois compartilhava das tendas dos beduínos durante as tempestades. Tempos atrás, as éguas eram mantidas como parte da família e alimentadas com tâmaras e leite de camelo. As fêmeas sempre foram preferidas na seleção da raça, por serem mais calmas e quietas. Essa personalidade foi desenvolvida porque os cavalos eram considerados instrumentos importantes durantes os saques realizados pelos beduínos na antigüidade. A cauda sempre embandeirada, uma das maiores características do Árabe, deve-se a falta de uma vértebra.
A mais antiga raça de cavalos no mundo foi gravada nos hieróglifos egípcios 1800 anos antes de Cristo. Neles se revelavam animais de características morfológicas surpreendentemente semelhantes às dos cavalos árabes de hoje - a mesma cabeça, o mesmo garbo, a anca reta, os movimentos amplos e a cauda levantada "em bandeira"- confirmação de uma pureza mantida quase intacta ao longo de quase 4000 anos.
Nos tempos de deserto, submetido a constantes variações de temperatura e precária alimentação. O cavalo árabe tinha uma estatura que variava de 1,40m a 1,48. Hoje, esta medida oscila de 1,45m a 1,52m e, em animais de rara beleza, chega a alcançar entre 1,58m e 1,60m. Mas desde sempre o cavalo árabe distingue-se pela harmonia de suas formas, equilíbrio de movimentos e temperamento vivo, e pela excepcional capacidade par o aprendizado.
O árabe tem a cabeça com o chanfro côncavo, narinas dilatadas, maxilares arredondados, orelhas pequenas, olhos grandes, ovais e muito salientes, pescoço mantido alto e curvilíneo, crinas longas, dorso ou lombo curto, peito largo, tórax amplo com costelas salientes e cauda sempre elevada. Seu andamento é seguro, com membros dianteiros se projetando para frente, executando um galope ritmado e firme. São quatro suas pelagens: alazã, castanha, tordilha e preta.

É a raça eqüina mais antiga do mundo, criado pelos beduínos pois são extremamente rústicos, sobrevivam a dias muito quentes, noites muito frias, pouca água e quase nenhum alimento.É o mais harmonioso dos cavalos. Sua silhueta e inconfundível, cabeça pequena, sempre alta, com perfil ligeiramente côncavo; olhos redondos, grandes e vivos; pescoço longo finamente arqueado; espáduas inclinadas, lombo curto, garupa quase horizontal, cauda alta com fios sedosos e longos, quando em movimento estes se elevam até a vertical. Pernas fortes, boa musculatura, andar largo e cascos duros. Conhecido por força e vitalidade.



Altura: 1,47 á 1,57m.
Pelagem: Tordilho, castanho, alazão, preto.
Usos: Sela,

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Técnica Rural - Ovinos e Caprinos - Laparoscopia




O uso de inseminação através da laparoscopia melhora a eficiência do uso de sêmen congelado em ovinos

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Coelho de São José

De nome científico Sylvilagus mansuetus, o coelho de São José é mais abundante no México e o seu estado de conservação é crítico, sendo uma espécie considerada quase ameaçada.

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domingo, 21 de agosto de 2011

Técnica Rural - Gestão & Inovação - Gestão na produção de feno



Todo ano o processo se repete. Queda na produção, animais perdendo peso e muita gente preocupada com a alimentação do rebanho. Para resolver esta situação, às vezes o produtor adota medidas que nem sempre são econômicas. Você não acha que está na hora de acabar com este problema? No Técnica Rural, você vai saber como solucionar esta questão.

sábado, 20 de agosto de 2011

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Escore de Cocho - Nova ferramenta utilizada no manejo nutricional

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Mais uma importante ferramenta de manejo alimentar começa a ser utilizada com muito sucesso: o escore de cocho. Utilizando o mesmo conceito do Escore da Condição Corporal (ECC), que mede o grau de magreza ou obesidade do animal, utilizam-se respectivamente as notas 0 e 5 para os casos extremos.
No caso do escore de cocho, avalia-se a existência ou não de sobra de alimento no cocho, num determinado momento. Escore de cocho igual a 0 significa cocho completamente sem alimento e igual a 5 significa cocho cheio, porém intacto.
Para adotar este tipo de ferramenta, é necessário primeiramente estabelecer o consumo esperado de alimento e controlá-lo (pesar eventuais sobras). O controle do consumo de alimento é fundamental para o sucesso de qualquer plano nutricional criterioso. Sobras exageradas significam prejuízo e falta de alimento significa desnutrição, o que é muito sério.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Uso de pasto nativo torna produção mais sustentável

Produzir de forma sustentável é um dos desafios propostos não só para agricultura, mas também para a pecuária nas principais regiões produtoras de gado de corte do País, como Pantanal. Porém, o crescimento vertiginoso da criação extensiva preocupa pesquisadores e ambientalistas. Conhecer as espécies de forrageiras características da região e criar animais que tenham facilidade de se adaptar ao clima e vegetação local, melhoram a produtividade do pecuarista, preserva a biodiversidade local e evita a degradação das fazendas. Nos dias 29 e 30 de outubro, a cidade de Montes Claros, em Minas Gerais, foi palco de diversas discussões a respeito do tema durante o II Encontro de Aprimoramento da Pecuária de Corte (ENAPEC).
Sandra Aparecida Santos, pesquisadora da Embrapa Pantanal, foi uma das palestrantes do evento e falou sobre a sustentabilidade em fazendas de cria da região pantaneira. Ela disse que a inserção de raças adaptadas ao local, como o Nelore, a otimização dos recursos forrageiros nativos da região e a identificação do potencial de cada área é uma das saídas para tornar a pecuária mais sustentável, evitando a necessidade de plantar espécies que não são nativas.
O Nosso foco principal é buscar como isso pode ser feito de forma a aumentar a produtividade do produtor, agredindo menos o meio ambiente. O Pantanal tem a região com dominância de pastagens nativas e isso torna a região com vocação para criação de gado de corte de forma extensiva, principalmente a cria de bezerros. Para tornar a produção mais sustentável, buscamos raças e linhagens adaptadas às condições climáticas e espécies forrageiras locais. Outro aspecto é otimizar o uso dos recursos forrageiros nativos na região, conhecendo o que a gente tem e usando estes recursos da melhor forma — explica a pesquisadora. 
Porém, conscientizar os produtores a fazerem um uso sustentável de sua produção, não é uma tarefa fácil, segundo ela. No Pantanal, de acordo com a pesquisadora, 95% das propriedades rurais é particular e por isso é preciso contar com a tomada de decisão do proprietário e para convencer cada produtor a realizar o manejo correto é preciso realizar uma estratégia diferente para cada fazenda. Cada propriedade tem uma característica específica, algumas sofrem com inundações constantes durante grande parte do ano e com perda de nutrientes no solo.
Um dos métodos aplicados em pesquisa nessa região é ajudar os pecuaristas a mapearem os recursos forrageiros, porque o produtor deve saber quais são os materiais disponíveis na fazenda. Sandra explica que na região pantaneira, existem centenas de espécies de forrageiras, mas as dominantes são as gramíneas, com cerca de 220 tipos de variedades. No entanto, a pesquisadora alerta que quando há locais com qualidade de capim muito baixas, onde a recomendação é para que seja feita a inserção de variedades exóticas mais produtivas, como a braquiária, mas isso deve ser feito dentro de critérios técnicos para manter a biodiversidade local.
Um dos projetos apresentados pela pesquisadora é o Indicador de Sustentabilidade, que prevê a avaliação de critérios ambientais, econômicos e sociais. Essa ferramenta irá fazer um diagnóstico do sistema de produção da região do Pantanal.

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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Viveiro para Camarões

Construção dos viveiros
Para o sistema semi-intensivo, os viveiros são semi-escavados, seguindo-se uma boa compactação do fundo e dos taludes. Assim, o trabalho de máquinas na escavação e compactação é indispensável, prevendo-se, inclusive, a limpeza superficial da área, com eliminação de tocos, pedras e camada vegetal, antes do estaqueamento para marcação dos viveiros.

Derivação
A derivação deverá ser do tipo individual e paralela, ou seja, a água que entra em um viveiro é, posteriormente, eliminada, sem que esta seja aproveitada em outro viveiro subseqüente.

Área
O tamanho dos viveiros deverá ser calculado de acordo com a natureza de cada projeto, no tocante ao sistema de criação adotado ou, até mesmo, orientado pela topografia apresentada pelo local. Todavia, usa-se recomendar viveiros de grande porte para obtenção de bons resultados, principalmente nas regiões onde o clima sofre muitas oscilações. Viveiros com área mínima de 1000 m2 e máxima de 5000 m2 são os mais utilizados em projetos de natureza comercial. Deve-se salientar, também, que a forma retangular é a mais adequada para o manejo, respeitando-se a proporção máxima de 3:1 (comprimento: largura).

Profundidade
A contar da lâmina d'água até o fundo do viveiro, a profundidade deverá estabelecer-se em 1,00m no ponto de abastecimento e declinar até 1,50 m, no ponto de drenagem. Além disto, deve-se prever, no mínimo, 30 cm de porção emersa nos taludes.
Inclinação dos taludes
No ponto de abastecimento e nas laterais do viveiro, a inclinação deverá respeitar a proporção mínima de 1:1,5. Já o talude do ponto de drenagem deverá apresentar a proporção de 1:2,5 . Contudo, como regra geral, usa-se recomendar uma inclinação interna de 1:3 em todos os taludes, o que irá colaborar para evitar erosões e facilitar o manejo.

Construção do sistema de abastecimento

Canal de abastecimento
O transporte da água aos viveiros poderá ser efetuado por canalizações fechadas ou a céu aberto, através de canais escavados, revestidos ou não com lona plástica ou, também, através de canais construídos em alvenaria.

Vertedouros
A água deverá abastecer os viveiros, na sua porção superficial, através de canos posicionados ao meio do talude, a uma altura mínima de 30 cm acima da lâmina d'água. O controle da quantidade de água poderá ser efetuado através de registros de gaveta ou por caixas tipo comporta.

Construção do sistema de drenagem

Comporta tipo monge
Esta comporta deverá ser construída em concreto ou alvenaria e instalada ao meio da porção final do viveiro. Tal aparato irá contribuir para regular a altura da água no viveiro, possibilitando a drenagem constante na porção inferior, sem prejudicar o nível de profundidade.
Platô de drenagem
Trata-se de uma calçada construída em concreto, com 7cm de espessura, instalada à frente do monge para facilitar o manejo durante a drenagem total dos viveiros.

Canal de drenagem
O cano de descarga do monge deverá atravessar o talude, na sua porção inferior, despejando a água da drenagem em um canal, que irá conduzí-la para um ponto de despejo em nível inferior ao dos viveiros, podendo ser constituído por algum córrego ou rio. Tal canal, deverá ser escavado na terra e protegido, nos pontos de drenagem, por revestimento em concreto.

Acabamento
Todas as porções emersas dos viveiros, bem abastecimento e drenagem, deverão conter grama erosão. Para tanto, sugere-se utilizar grama adquirida na própria área ou, caso haja necessidade de compra, recomenda-se gramas em placas, com preferência dos tipos: batatais, pensacola, São Carlos, entre outras.