Mostrando postagens com marcador Cunicultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cunicultura. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
sábado, 28 de janeiro de 2012
CUNICULTURA

Observamos, muitas vezes que as coelhas demonstram agressividade contra suas crias.
Sendo as mais comuns o canibalismo, abandono, parto fora do ninho e esmagamento, mas a frequência das mortes pode ser atribuída ao manejo incorreto.
CANIBALISMO:
Ocorre, comumente em coelhas recém-paridas, pode acontecer, por que logo depois do parto, comem a placenta e membranas e, em seu estado de "estresse" (sede) podem comer algum filhote. Devido a isso nunca pode faltar água para as coelhas em trabalho de parto.
Ocorre também, de não aceitarem os filhotes de outra cria (transferência de láparos) ou filhotes fora do ninho que caíram por estarem mamando (ficam presos por sucção). Por instinto, as fêmeas devoram seus filhotes fora do ninho, para proteger o restante da ninhada. Em filhotes de duas semanas quando são devorados, restam a cabeça, as extremidades e estômago. Se encontrar somente a cabeça, não foi devorado pela coelha, e sim por algum predador (ratos, ratazanas, gatos...) ou por passar para a gaiola vizinha. Se a coelha for de primeira cria, devemos esperar o segundo parto antes de descartá-la.
PARTO FORA DO NINHO:
Ocorre, quando há uma agressão externa, calor excessivo, habilidade materna reduzida (raças pesadas, para pele, gigantes), dificuldades no parto; quando é comum que as coelhas não arranquem os pelos, e tenham seus filhotes fora do ninho. Essas porcentagens são maiores em coelhos que não são selecionados por suas características reprodutivas e maternais, características estas que em todas as criações devem ser levadas em conta.
ABANDONO DO NINHO:
O criador, deve manter uma constante vigilância com o ninho e os láparos. Constata-se o abandono do ninho e consequentemente dos filhotes, quando eles estiverem úmidos, espalhados pelo ninho e chorando de fome, com a barriga murcha. Podem morrer de fome, frio, complicando-se, mais quando a coelha urina sobre eles. O abandono pode ser, alguma enfermidade da coelha, palha úmida ou com forte cheiro de amônia (ninhos sem cuidados de higiene), ou queda brusca de temperatura.
ESMAGAMENTO:
Ocorre, quando as coelhas tem o hábito de entrar e sair do ninho repetidamente (quando ouve barulhos – ambiente não adequado) para esconder-se, presença de predadores, proteger-se do frio, quando tem calo nas patas (aliviar a dor).
Estes problemas, diminuem com um bom manejo, tal como:
- Quantidade suficiente de alimentos como ração, feno, palha e água.
- Dedicar-se ao controle dos ninhos e da cama dos láparos, controlar a lactação, eliminação de odores entre outros, colaboram para a diminuição de coelhos mortos até o desmame.
- Coelhas doentes devem ser eliminadas, para evitar incidência de problemas genéticos, como calos nas patas, falta de amamentação por mastite, etc
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Lebres

A lebre insere-se na mesma família que o coelho, sendo sua "prima afastada". Apesar de serem muito parecidos, a lebre e o coelho distinguem-se facilmente pelo tamanho (a lebre é maior - 50 a 70 cm; 2 a 7 kg), pela cor (a lebre apresenta uma cor amarela acastanhada, sendo a mesma mais evidente na parte superior do seu corpo) e, sobretudo, pelas orelhas (evidentemente maiores nas lebres do que nos coelhos). Outra característica notável nas lebres é o comprimento dos seus membros posteriores, membros esses que lhe permitem atingir velocidades na ordem dos 55 km/H. Além disso, a lebre é um animal que também nada e trepa sem qualquer dificuldade. As suas crias já nascem com uma pequena capacidade motora e visual, nascendo também já com pêlo. A lebre divide-se em três géneros distintos:

Lepus;
Caprolagus;
Pronolagus.
No total, cada género contém perto de 40 subespécies.

Sendo uma espécie herbívora, a base da sua alimentação é constituída por ervas e colheitas agrícolas. É um animal solitário que habita quer em bosques protegidos quer em terrenos abertos, com vegetação adequada. Normalmente tem uma a três ninhadas por ano; o período de gestação é de 42 a 44 dias e a ninhada é constituída por uma ou duas crias (raramente três),com cerca de 100 g de peso, que, ao contrário dos coelhos, nascem já de olhos abertos e com pêlo, sendo amamentadas até às três semanas. Alcançam o peso de adulto aproximadamente aos 150 dias. O macho atinge a maturidade sexual aos seis meses e a fêmea aos sete/oito meses. Vive um máximo de 9 anos.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Coelho de Bunyoro

O coelho de Bunyoro é mais abundante no continente Africano. Tem como nome científico Poelagus marjorita. Este coelho é mais abundante nos E.U.A e o seu estado de conservação é pouco preocupante.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Coelho pigmeu
O coelho pigmeu é o menor coelho do mundo. Tem como nome científico Brachylagus idahoensis. Este coelho é mais abundante nos E.U.A e o seu estado de conservação é pouco preocupante.



domingo, 27 de novembro de 2011
Coelho Zacatuche
Também conhecido por teporingo ou por coelho-dos-vulcões, o coelho Zacatuche tem como nome científico Romerolagus diazi. Este coelho é mais abundante no México. O seu estado de conservação é crítico, pelo que é considerada uma espécie em perigo.

O Coelho do Vulcão vive em uma altitude de 3.000 metros acima do nível do mar, Onde os gramados se expandem em terras altas, Mas ainda sim se torna difícil para o coelho para encontrar comida e fazer buracos para seu ninho.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Coelho bosquímano
O coelho bosquímano tem como nome científico Bunolagus monticularis. Este coelho é mais abundante no deserto do Karoo (Sul e Central, na África do Sul). O seu estado de conservação é muitíssimo crítico, pelo que é considerada uma espécie em perigo crítico.

terça-feira, 8 de novembro de 2011
Coelho de Amani
De nome científico Pentalagus furnessi, o coelho de Amani é originário do Japão, sendo por lá mais abundante. O seu estado de conservação é bastante crítico, pelo que é considerada uma espécie em perigo.



sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Coelho do Brejo
Este coelho tem como nome científico Sylvilagus palustris. Embora o coelho do Brejo seja difundido por toda a parte sul de os EUA, está em extinção e habita áreas de maior posicionado com salinas ou pântanos de água doce, a maioria deles estão posicionados na área de Florida Keys.
Seu estado de conservação é preocupante.

Vivem apenas em áreas pantanosas e são bons nadadores. Eles são freqüentemente encontrados em ambientes com piscinas de água salgada e plantas, como taboa, aguapé, pressa e centella. Eles se alimentam de todas essas plantas, e constroem ninhos de grama macia e peles em caniços à beira da água. Os coelhos do brejo têm ninhadas relativamente pequenas de 2 ou 3 após uma gestação de cerca de 30-37 dias.
É pequeno para médio porte, atingindo até 30 centímetros decomprimento e até 3 quilos de peso. Eles podem ser distinguidos de outras espécies de coelho de de brejo por sua coloração escura e proporções do crânio. Tem pêlo castanho escuro com um isqueiro e baixo.
Estes coelhos são solitários comedores de erva, embora possam agrupar em áreasde com elevada disponibilidade de alimento. Eles também podem optar por uma dieta específica. A maior parte da dieta do coelho é constituído por plantas e ervas do pântano, especificamente aqueles encontrados em meados de e áreas de alto pantanal.
Foram descritos em uma publicação de James D. LazellJr., como grande ajuda financeira à Corporação Playboy, resultando em um coelho a ser o nome do fundador da Playboy Hugh Hefner. A época de acasalamento vai de fevereiro até setembro e durante este tempo, a cópula é com muita freqüência. Os machos são polígamos, o que significa que pode acasalar com várias fêmeas durante a temporada. O período de gestação é em torno de 30 dias e uma única fêmea dá à luz a uma média de 3,7 coelhos por ano. Em comparação com os 5,7 coelhos que são dadas pelo nascimento de outras subespécies, o coelho do brejo tem uma taxa de reprodução relativamente baixa.
Não é incomum para os machos migrarem para áreas diferentes durante a época de reprodução, no entanto as fêmeas permanecem dentro dos seus territórios. Eles vivem em ninhos feitos de grama e ervas daninhas e são ameaçadas por inundações.
Planos estão sendo desenvolvidos para conservação desses coelhos, pois sua população é altamente afetada pela poluição, perda de vegetação e demolição de seu habitat natural. Muitos Coelhos do brejo também são mortos por gatos ou por carros. Atualmente, parece que a melhor chance de preservar esta espécie seria introduzi-los em outra área que seja adequada para eles.
sábado, 15 de outubro de 2011
Coelho listrado de Annam
De nome científico Nesolagus timminsi, o coelho listrado de Annam é mais abundante nas montanhas de Annam, fronteira Laos e Vietname. O seu estado de conservação não é possível de definir pois não existem dados suficientes para tal.
Um desconhecido, no momento (Nesolagus timminsi) foi descoberto quando os três espécimes caçados foram encontrados por Rob Timmins em um mercado de carne do Laos em 1995 e descrita em 2000. Na floresta das Terras Altas Annam do Laos e do Vietname, este coelho tem distintas listras marrons executando as suas costas e ao longo de sua face, com orelhas curtas, e um traseiro mais vermelho do que seu primo de Sumatra.
sábado, 8 de outubro de 2011
Coelho listrado de Sumatra
De nome científico Nesolagus netscheri, o coelho de Sumatra é mais abundante nas montanhas Barisan (Sumatra, na Indonésia). O seu estado de conservação é muitíssimo crítico, pelo que é considerada uma espécie em perigo crítico

As aparições do coelho listrado são tão raros que, quando visto no Ocidente, muitos acreditam que alguém está puxando uma brincadeira de coelhinho da Páscoa.
Em 1972, a comprovação de um avistamento foi feita do que foi dito ser um coelho listrado de Sumatra. O último exemplar foi realmente coletado em 1916, e foi declarado extinto até ser fotografado em 1997, como visto acima.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Animais da Quinta: COELHO
Nome científico: Orictolagus cuniculus

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Mammalia
Ordem: Lagomorpha
Família: Leporidae
O coelho é um dos animais mais característicos da quinta. Ainda é possível encontrá-lo em liberdade, com muita facilidade, e é cada vez mais procurado como animal de companhia, mas é nos animais de quinta que melhor se enquadra.
Utilização
Aqui, a sua única utilidade é o aproveitamento da sua carne para alimentação humana.
Em alguns casos, a sua pele é usada na confecção de casacos, embora este aproveitamento dependa das tendências da moda.
Hábitos
O coelho é um roedor, portanto, roerá tudo aquilo que apanhar, sobretudo objectos de madeira. Chega também, com os seus aguçados dentes, a desfazer objectos de plástico.
Na quinta, o coelho vive na coelheira. Normalmente, os machos são separados das fêmeas logo que atingem a maturidade sexual, só sendo juntos com o propósito de fazer criação.
Alimentação
Os coelhos são alimentados com uma ração própria, comendo também feno que, para além de alimentação, serve como cama. Alguns criadores acrescentam ao seu menu cascas de cenoura e algumas plantas e ervas de que os coelhos gostam e é sabido que não lhes faz mal.
Dar plantas desconhecidas aos coelhos pode causar graves perturbações gástricas e causar a sua morte.
O ninho
Para fazer o ninho, a coelha escolhe um sítio na coelheira e utiliza o seu próprio pêlo para fazer um ninho bem quente para as suas crias. Estas, quando nascem, são desprovidas de pêlos, tornando-se assim muito vulneráveis.Os coelhos criados em cativeiro fazem sempre as suas necessidades no mesmo local, ficando desde logo esse local marcado para sempre.
Cores
Os coelhos domésticos podem apresentar uma série de cores, que vão do branco ao preto, passando pelos malhados de todas as cores.
Reprodução
A coelha tem um tempo de gestação de 30 dias e nascem entre quatro e seis crias.
Durante 20 a 30 dias, as coelhas amamentam os seus filhos, após o que estão prontas para conceber novamente.
Esperança de vida
Os coelhos podem viver cerca de 10 anos e pesar mais de 6 kg
Fonte: http://bicharada.net
domingo, 18 de setembro de 2011
Coelho da Nova Inglaterra
O coelho da Nova Inglaterra tem como nome científico Sylvilagus transitionalis e é mais abundante na zona nordeste dos E.U.A. O seu estado de conservação é vulnerável.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Coelho das montanhas
Também conhecido por coelho de Nuttall, o coelho das montanhas tem como nome científico Sylvilagus nuttallii. Este coelho é mais abundante na zona oeste dos E.U.A e o seu estado de conservação é pouco preocupante.

O coelho da montanha, nuttalli Sylvilagus, geralmente ocupa áreas acima de 6.000metros de altitude.
Pode crescer até 16 centímetros de comprimento com orelhas 3-4 polegadas de comprimento, e pesam menos de três quilos. Elas são acinzentadas ou acastanhados na parte traseira e nas laterais com o branco abaixo. A parte superior da cauda é de cor semelhante à garupa, mas é branca por baixo.
.jpg)
São amplamente distribuídos desde de áreas de deserto até as encostas mais baixas das montanhas. As concentrações geralmente ocorrem em áreas com arbustos ao longo dos cursos de fluxo ou lava seca.
comer uma grande variedade de gramíneas e arbustos.

Quatro a sete filhotes nascem após uma gestação de 28 dias. Três ou mais ninhadas podem ser desmamados anualmente. Seu ninho é normalmente uma câmara em um sistema de galerias subterrâneas.

se distinguem pela sua dimensão relativamente pequena, orelhas curtas e cauda branca.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Coelho de São José
De nome científico Sylvilagus mansuetus, o coelho de São José é mais abundante no México e o seu estado de conservação é crítico, sendo uma espécie considerada quase ameaçada.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Coelho de Omiltene
De nome científico Sylvilagus insonus, o coelho de Omiltene é mais abundante no México e o seu estado de conservação é muitíssimo crítico, sendo uma espécie considerada em perigo crítico.

Esta espécie é talvez a menos conhecida de todos os lagomorfos não só no México mas no mundo inteiro. Descrição morfológica foi feita a partir de apenas três exemplares. Sua pelagem é de camurça preta nas costas e na barriga é branca, exceto na região próxima do pescoço, onde a cor é ocre.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Coelho das Três Marias
Sylvilagus graysoni é o nome científico do coelho das Três Marias. Este coelho é mais abundante no México e o seu estado de conservação é bastante crítico, sendo uma espécie considerada em perigo. O Coelho-das-Três-Marias é uma espécie de leporídeo endêmica do México, encontrada apenas nas ilhas de Três Marias.

O coelho Tres Marias é um coelho de grande porte, com cinza, pêlo castanho e vermelho. Sua parte inferior é geralmente pálida marrom-avermelhada, e as espécie é caracterizada por uma mancha escura de pele em sua garganta. Sua cauda é marrom acima e branco abaixo.
domingo, 24 de julho de 2011
Coelho da Flórida
Sylvilagus floridanus é o nome científico do coelho da Flórida. Este coelho é mais abundante no este da América. O seu estado de conservação é pouco preocupante.



Um moderno e grande coelho marrom-enferrujado, com orelhas relativamente curtas e grandes pés traseiros. é um coelho de tamanho moderado, medindo 36-43 cm e pesando 0,9-1,8 kg
é provavelmente um dos mais conhecidos e freqüentemente observados mamíferos em paisagens urbanas e suburbanas no leste dos Estados Unidos. A crepuscular espécies é mais ativa ao amanhecer e entardecer. Este coelho é visto frequentemente alimentando-se em gramados e jardins. Em seu habitat natural, esta espécie habita as bordas da floresta, pastagens, prados e convivência fases das florestas clara

quinta-feira, 14 de julho de 2011
Coelho de Dice
De nome científico Sylvilagus dicei, o coelho de Dice é mais abundante na América Central, estando principalmente na Costa Rica e Panamá. O seu estado de conservação é bastante crítico, sendo uma espécie considerada em perigo.

quarta-feira, 6 de julho de 2011
Mamã, papá, quero um coelho anão!

E quando o seu filho(a) de poucos anos se lembra que quer um animal de estimação? Se lhe fala de ter um novo amigo, vai decerto lembrar-se de arranjar um gato ou um cão. Mas, e se ele já pensou em tudo? Se ele sabe perfeitamente que o que quer e é algo menos convencional? Não se assuste com o seu desejo: “Mamã, papá, quero um coelho anão!”
O coelho anão é um excelente animal de companhia: não faz barulho, o seu pelo não ganha cheiro e a sua aquisição é bastante acessível. Como se não bastasse, são muito carinhosos e mansos com os donos, estabelecendo laços de cumplicidade especialmente com as crianças.
Se decidir fazer a vontade ao seu filho, vai deparar-se com um grande variedade de escolha. Por ser um animal muito cruzado, é possível encontrá-los com o pêlo curto ou comprido, de diversas cores, com as orelhas caídas ou erectas, com olhos vermelhos ou pretos...
Quando o trouxer para casa, tenha em conta que vai necessitar de tempo para se habituar à nova casa. O ideal é colocá-lo na gaiola que vai ter de adquirir também. Não necessita de ser muito grande, mas o chão da mesma deverá ser forrado com um material que não danifique as suas patas sensíveis. Dê-lhe tempo para se ambientar, e quando o coelho mostrar apetite e realizar a sua higiene (lamber o pêlo), pode considerar que a primeira etapa está concluída – sente-se em casa! Pode tirá-lo da gaiola e deixá-lo explorar o espaço envolvente. Só terá de ter em atenção se há cabos de telefone ou electricidade por perto. Os coelhos são roedores e os cabos não lhe passarão despercebidos...
Depois disto, deve tentar conquistar a confiança do seu mais recente amigo. Por serem animais afectuosos, os coelhos gostam de companhia e de ser acariciados. Invista tempo a descobrir o tipo de toque que ele prefere.
Tenha atenção na forma como pega no seu coelho. Há tendência a pegar-lhe como se de um cão ou gato se tratasse. Terá de praticar, depois de ter conquistado a sua confiança. Deve usar as duas mãos para o suportar: uma no peito, sem agarrar as patas, e a outra na parte traseira, também sem limitar o movimento das patas. Nunca o pegue pelas orelhas! Tenha cuidado para não o largar descuidadamente; uma queda pode ser fatal para o seu coelho.
Depois destas técnicas dominadas, ganhará a confiança do seu coelho e vai comprovar que será um companheiro sempre presente nas brincadeiras dos seus filhos.
Assinar:
Postagens (Atom)