sexta-feira, 13 de maio de 2011
DIA DO ZOOTECNISTA

No dia 13 de maio de 1966, em Uruguaiana, Rio Grande do Sul, era criado o primeiro curso de Zootecnia no país. Desde criança ouvimos falar que o Brasil "é um país agrícola" ou "é o celeiro do mundo" ou ainda "é o país do futuro".
Embora existam hoje muitas universidades e faculdades de Zootecnia em funcionamento em todas as regiões geográficas do Brasil, o curso e a profissão ainda não são suficientemente conhecidos da sociedade.
A exemplo do ocorrido noutros lugares do mundo, a abertura do curso de Zootecnia e a regulamentação da profissão de Zootecnista foram momentos importantes em um processo histórico de atualização e modernização tecnológica da agropecuária brasileira.
A atuação do zootecnista começa antes mesmo de o animal nascer, com a aplicação de técnicas para melhorar geneticamente as criações; segue ao longo da vida do animal, com o controle da nutrição e do manejo dos rebanhos, e ultrapassa o abate, com a fiscalização dos alimentos produzidos. Para esta atuação, o zootecnista possui uma matriz curricular que o capacita a atuar em todos os segmentos da cadeia produtiva, da produção da matéria-prima ao processamento de alimentos produzidos.
O Blog COISA DE ZOOTECNISTA, com orgulho, parabeniza a todos os Zootecnistas do Brasil.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Mel: Boas práticas são decisivas para mercado Europeu
Boas práticas na cadeia produtiva do mel são decisivas para a conquista do mercado externo. Embora os Estados Unidos ainda não sejam tão exigentes com a segurança dos alimentos comercializados, a União Europeia é duramente contrária à importação desses produtos. A tendência é que se expanda para outros países a rejeição dos alimentos que ofereçam riscos para o ambiente e para a saúde do consumidor. Para se adequar a essa exigência, os apicultores devem seguir as orientações da portaria nº 368/97, do Ministério da Agricultura. Esse será um dos temas abordados no X Congresso Ibero-Latino Americano de apicultura, que começa nesta quinta-feira, dia 7, em Natal (RN).
De acordo com Darcet Costa Souza, professor do departamento de zootecnia da Universidade Federal do Piauí, a legislação brasileira solicita que o produtor tenha controle e registro de todas as atividades de campo. Além disso, a unidade de extração, onde o mel é extraído do favo, deve atender aos requisitos estabelecidos pela portaria. Os apicultores devem ainda implementar um plano APPCC, sigla que se refere a um sistema de controle de qualidade e significa “Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle”.
São exigências que precisam ser atendidas no campo e na unidade de extração para que o mel produzido possa ser exportado para a União Europeia. Se a unidade de extração não tiver esses planos e não estiver devidamente registrada através do relacionamento que é feito junto ao Ministério da Agricultura, o mel produzido por ela pode ser exportado para os EUA, mas não para a Europa — alerta o engenheiro agrônomo.
As exigências da portaria nº368 dizem respeito a cuidados que vão desde a adequação das condições estruturais da unidade até a adoção de um manual de boas práticas na unidade de extração. A estrutura das unidades de extração devem seguir as orientações da lei para as unidades processadora de alimentos, que diz respeito a questões como iluminação, disponibilidade de lavabos, banheiros, vestuários, entre outras. O trabalho nas unidades deve seguir instruções do manual de boas práticas, como a higienização do piso e dos equipamentos e documentação das atividades.
A implantação dessas práticas pode ser feita tanto por pequenos quanto por grandes produtores de mel sem representar um aumento dos custos da atividade. A partir daí, o mel poderá ser comercializado em qualquer lugar do mundo, e não apenas nas feiras livres locais. Para os produtores que pensam em adequar suas produções às exigências legais, uma sugestão é procurar o Programa Alimentos Seguros, do Senai.
O Senai tem um material específico para a implementação das boas práticas e dos planos appcc na cultura do mel. O programa pode ser solicitado em unidades do Senai de todo o Brasil e tem sido muito utilizado por associações, cooperativas e empresas privadas com o objetivo de adequar seus sistemas de produção — explica Darcet.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Estratégias para minimizar os desafios imunológicos no leitão recém- desmamado
Introdução: O sistema imunológico do leitão é imaturo e o seu lento desenvolvimento o torna suscetível às doenças. Já nas primeiras horas de vida, o leitão, para ser considerado saudável, deve ingerir o colostro, pois esta é a sua primeira fonte de anticorpos. O leitão leva quatro semanas para desenvolver um padrão imunológico razoável e, normalmente, os desmames ocorrem antes deste momento.
No desmame ainda há uma baixa produção de HCl no estômago e podem ocorrer lesões severas nas vilosidades intestinais. A preservação da integridade do epitélio intestinal é fundamental, pois ele é responsável pela absorção de nutrientes, pela absorção e secreção de minerais e de água, pela secreção de muco e serve como barreira contra fatores antinutricionais das dietas e de agentes microbianos.
Assim, uma forma de não prejudicar o metabolismo do leitão recém-desmamado é a de beneficiar o seu estado imune a partir do uso de dietas contendo ingredientes imuno-potenciadores. Estes aditivos/ingredientes, adicionados às dietas, podem favorecer a manutenção de um intestino sadio, através da inibição de adesão dos patógenos, da manutenção da estrutura das células epiteliais e da modulação da resposta imune.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Pecuaristas enfrentam dificuldades para encontrar vaqueiros em Rondônia
O criador Oscar Galvão Rabelo, da cidade de Ariquemes, em Rondônia, conta que é difícil encontrar mão-de-obra qualificada. os bons funcionários conseguem ganhar um bom salário. O rebanho bovino do estado dobrou na última década.
domingo, 8 de maio de 2011
A importância da suplementação a pasto para a viabilidade do confinamento
Análise geral
Como em qualquer empreendimento, a rentabilidade da pecuária de corte tem como fator principal a relação entre o custo de produção e a formação do preço de venda.
Para projetos que desenvolvem a fase de recria e engorda, o preço da matéria-prima, bezerro ou boi magro, tem uma grande representatividade na composição dos custos e sua relação com o preço da arroba. Ou seja: o preço do produto acabado (boi gordo) é um dos pilares que direcionam a elaboração da estratégia do negócio.
Um estudo realizado pela equipe do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), entre os anos de 2003 e 2009, mostra-nos que a relação de preço entre o bezerro e a arroba de boi gordo não tem se distanciado nos últimos anos (Figura 1), evidenciando até, na maior parte do tempo, um ágio sobre os animais de reposição. Diante desse cenário, nesse segmento da atividade, a única maneira de sermos cada vez mais rentáveis é priorizarmos a eficiência dentro da “fábrica de transformação”, aumentando nossa produtividade de arrobas por hectare, o que, por sua vez, dilui os custos de produção e otimiza os recursos disponíveis.
sábado, 7 de maio de 2011
Vestibular: Zootecnia é a melhor opção para mim?
É a busca de maior produtividade e rentabilidade na criação de animais e no desenvolvimento de produtos como carne, ovos, leite e seus derivados. Por meio de planejamento agropecuário, pesquisas nas áreas de seleção e melhoramento genético e técnicas de nutrição e reprodução, o zootecnista atua em toda a cadeia produtiva animal. Coordena a criação e busca o aprimoramento genético de rebanhos bovinos, ovinos, suínos e aves. Pesquisa nutrientes, acompanha a fabricação e controla a qualidade de rações, vitaminas e produtos de saúde e de higiene para os animais. Trabalha também nas indústrias alimentícias, na produção de alimentos de origem animal, como laticínios, frios e embutidos.
Dúvida do Vestibulando
QUAL É A DIFERENÇA ENTRE ZOOTECNIA E MEDICINA VETERINÁRIA?
Os cursos apresentam certa sobreposição de matérias, e, eventualmente, as informações de ambos vão se cruzar. No entanto, o zootecnista tem conhecimentos focados na área de nutrição e alimentação, melhoramento genético e administração, buscando maior produtividade e rentabilidade na criação de animais. Já o médico veterinário é um profissional concentrado na saúde dos animais, sendo responsável pela assistência clínica e cirúrgica e pelo controle da fabricação de produtos de origem animal. No mercado de trabalho, eles atuam juntos.
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