quinta-feira, 17 de junho de 2010

Tatu

A carne e o casco são dois produtos comerciais desta espécie silvestre, que só pode ser criada com autorização do Ibama


Nem dá para imaginar que o casco duro que envolve o corpo do tatu (Euphractus sexcinctus) esconde uma carne macia, leve e de sabor marcante. Mas segredo isso também não é. De fato, é o motivo que levou à instalação de criadouros, em especial na Bahia e no Rio Grande do Norte. Além de oferecer proteína de qualidade para consumo e o próprio casco como matéria-prima para a confecção de peças de artesanato e de decoração, o animal tem sua criação como atividade em potencial pelo interesse de conservacionistas e mantenedores da fauna.
O tatu, muito comum em todo o território nacional, assim como na Argentina, Bolívia, Paraguai, Suriname e Uruguai, possui características ideais para produtores com pouca experiência. Rústico e de fácil manejo, seu desenvolvimento em cativeiro não demanda muitos cuidados. Porém, para entrar no negócio, exige-se autorização do Ibama - Instituto do Meio Ambiente e dos
Recursos Naturais Renováveis, uma vez que se trata de espécie silvestre da fauna brasileira. Assim como pacas, catetos e capivaras, entre outros, a criação do tatu deve estar de acordo com as normas do órgão ambiental.
Das espécies existentes, o tatu-peba é o mais criado atualmente, embora o galinha também seja adequado à atividade em cativeiro. Ambos são dóceis no contato com o ser humano, o que facilita o trabalho do produtor. Vivem por cerca de dez anos e comem de tudo. Gostam de raízes e frutos e até de insetos e pequenos invertebrados. Índios da etnia pankararé, localizados em área indígena no município baiano de Paulo Afonso, são considerados importantes criadores do tatu-peba pela prática de muitos anos. Desde dezembro de 2009, contam com um projeto aprovado pela Fabesp - Fundação de Apoio à Pesquisa da Bahia para o desenvolvimento da atividade local.
De cor castanha e comprimento médio de 40 centímetros, o tatu tem hábito noturno. Só à noite sai da toca, que cava fazendo túneis profundos para se abrigar. Em terra firme é ágil e, na água, nada bem. O abate pode ser feito entre 12 e 18 meses de idade, período em que o animal tem peso na faixa de dois a três quilos.
É bom contar com um local que proporcione um ambiente natural ao tatu. Uma solução é construir viveiros, cuja infraestrutura custa cerca de R$ 4.000 cada um, incluindo mão de obra e material. O preço total de caixas de recria e equipamentos é de R$ 800, enquanto que R$ 1.500 são suficientes para o plantio de roças, R$ 2.000 para o registro no Ibama e mais R$ 1.500 para o capital de giro da atividade.
Fonte: Revista Globo Rural

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Gestação e sua duração nas diferentes espécies

A duração do período de gestação nas principais espécies de animais domésticos varia sob a influência de diversos fatores. A gestação normal não exige cuidados especiais embora em certas circunstâncias seja necessária a intervenção de um profissional médico veterinário para resolver. A variação do período de gestação normalmente oscila entre os seguintes limites:

terça-feira, 15 de junho de 2010

Bernes


São tanto os bernes quanto as miíases, causadas por larvas de algumas espécies de moscas, que pelo fato de serem carnívoras necessitam penetrar na pele de algum animal, para se nutrirem da sua carne, e assim cumprirem seu ciclo biológico, transformando-se em seguida em insetos adultos.
Diferenciam-se os bernes das miíases cutâneas, além do fato de serem as larvas de espécies de moscas diferentes, pela particularidade biológica dos bernes serem encontrados sempre isolados - uma única larva em determinado lugar - nunca mais de uma larva num mesmo loco, a não ser quando pelas suas proximidades, poderem vir a se unirem os locais de ambos pelo desenvolvimento posterior das larvas; Já nas miíases cutâneas,além das larvas serem menores que as das larvas de moscas do berne, são encontradas larvas em número em geral grande, que chega até algumas centenas,todas em comum no mesmo local da penetração, formando verdadeiras crateras na superfície do corpo de suas vítimas.
São várias as famílias à que pertencem tais moscas, porém sob o ponto de vista clínico-parasitológico, são as mesmas agrupadas em dois grandes grupos:
l - Larvas que se nutrem de tecido vivo - Larvas biontófagas;
2 - Larvas que se nutrem de tecido morto - Larvas necrobiontófagas.
B E R N E S
Como ressaltado anteriormente, são encontradas as larvas de moscas que constituem a doença com o nome de BERNE, sempre isoladas, em lócus individuais, porisso denominadas também de furunculosas, e pertencentes às seguintes espécies de insetos:
Dermatobia hominis - Constitue-se a espécie tipo, que recebe no Brasil o nome de berne, e na região Amazônica o nome de Ura. Mede o inseto quando adulto, de 14 até 17 mm e chama a atenção o colorido metálico de cor azulada da sua região abdominal; O tórax castanho escuro com tonalidade azulada manchada de negro, apresentando as bochechas de cor amarelo escura e brilhante. No ano de 1911, Rafael Morales, estudante de medicina na Guatemala, descobriu por observação, que o ovo dessa mosca era transportado por outros mosquitos para os locais em que em seguida sendo depositado, vinham a reproduzir a doença.
Como todo inseto, seu ciclo evolutivo passa por fases: Os insetos adultos alados, acasalando-se entre si dão origem a ovos que são postos pelas fêmeas, e destes em seguida nascem larvas , que no caso por serem carnívoras necessitam se alimentar de tecido vivo de outros animais, vindo então a parasitarem suas vítimas, constituindo-se essa fase propriamente o que é chamado de berne. Completado seu desenvolvimento no local em que se instalaram, essas larvas abandonam o local para continuarem seu desenvolvimento, transformando-se então em pupa, para darem em seguida origem ao nascimento de novos insetos adultos. Vinte e quatro horas após a mosca ter abandonado o invólucro pupal, efetua-se a primeira cópula, iniciando-se a postura no sétimo dia; Os ovos são depositados diretamente sobre a parte lateral do abdome de outros dípteros (insetos com duas asas), como moscas silvestres e mesmo a mosca doméstica (Musca doméstica). Daí o fato da Dermatobia procurar animais visitados assiduamente pelas moscas silvestres e por culicíneos (família a que pertencem os pernilongos).
Segundo Neiva e Gomes, a Dermatobia fica a espreita de outras moscas e mosquitos e procura agarra-los com as patas anteriores, mesmo sendo eles de pequenas dimensões. Conseguindo apanhar um inseto, cavalga-o rapidamente, e presa à ele,alça o vôo durante o qual deposita seus ovos que ficam solidamente aderentes, graças à uma substância especial que os reveste.
A Dermatobia põe em geral somente 15 a 20 ovos pôr vez, e pôr inseto que apreende, porém pode chegar sua postura até a 400 ovos. Estes outros insetos, e não a própria Dermatóbia são os veículos pelos quais a mesma se serve para levar seus ovos, e com eles, as larvas que vão em seguida, tendo contato com outros animais, e mesmo o homem, penetrar na sua pele, constituindo o que é denominado BÉRNE. No local em que se alojam referidas larvas após a penetração na pele, à custa da própria carne de suas vítimas vão se desenvolvendo, pois é o tecido vivo seu alimento; Ao cabo de 40 dias completado seu desenvolvimento, o que em alguns casos pode chegar a 70 dias, deixam o local em que estavam alojadas, e caindo no solo, transformam-se em pupas, a qual ao cabo de alguns dias dão nascimento ao inseto adulto, para novamente repetirem um novo e idêntico ciclo.
A larva desta mosca é facilmente identificável peso seu tamanho, por ser das maiores que se conhece, em torno de até 10 mm (veja figura a cima) e outras características só visíveis ao exame com lupa ou microscópio entomológico.
Dr. Carmello Liberato Thadei -Médico Veterinário CRMV-SP-0442

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Animais 'feios' são menos pesquisados

Pesquisa mostra que cientistas preferem estudar espécies mais atraentes


Um estudo sul-africano revelou que os animais mais carismáticos têm mais chances de ser escolhidos como objetos de estudos científicos.
O trabalho, feito por pesquisadores da Universidade de Pretória, revela uma tendência forte, pela comunidade científica, a escolher espécies carismáticas como alvo de estudos.
Tigres, leopardos, chipanzés e gorilas são alguns dos mais favorecidos, em detrimento de rãs, lagartixas e aves.
Em linhas gerais, a pesquisa científica está dominada pelo estudo de grandes mamíferos ameaçados, ao passo que répteis, aves e pequenos mamíferos em perigo de extinção recebem muito menos atenção, concluiu o estudo.
Financiamento e publicidadePara chegar a esta conclusão, os pesquisadores fizeram uma contagem de todos os estudos sobre espécies feitos no sul da África e publicados entre 1994 e 2008.
Os resultados foram depois comparados à lista global produzida pela União Internacional Para a Conservação da Natureza, que classifica animais segundo seu risco de extinção.
Eles verificaram que os chipanzés, por exemplo, foram os protagonistas de 1.855 estudos, ao passo que outras espécies, como o peixe-boi, por exemplo, foi tema de apenas 14.
"Pode ser que os cientistas estudem mais estes animais porque lhes interessa mais ou é mais fácil de conseguir verbas ou ainda porque é as chances de ter seu trabalho publicado posteriormente é maior", disse à BBC Morgan Trimble, uma das autoras do estudo.
A autora espera que ao expor as preferências dos cientistas ao escolher uma espécie para estudar ajude as entidades que financiam projetos a refletir sobre a melhor forma de preservar espécies.

FONTE: GLOBO
E o que você acha disso???

domingo, 13 de junho de 2010

Por que os peixes morrem de barriga para cima?




Por que os peixes morrem de barriga para cima?

A grande maioria dos peixes possui um órgão chamado bexiga natatória, que é um a bolsa de ar que ele infla ou murcha, respectivamente para subir ou descer, nas diferentes pressões do ambiente aquárico em que vive. Quando o peixe morre, esta baxiga natatória fica com um pouco de ar, e como este órgão se localiza na barriga, faz com que o peixe fique virado. Podemos pensar também no seguinte: a coluna vertebral do peixe é mais pesada que os órgãos que estão na sua barriga, e este fato, somado à presença da bexiga natatória, contribuem para que o peixe fique de barriga para cima.

sábado, 12 de junho de 2010

Romance entre Bode e Ovelha!

Homenagem ao dia dos NAMORADOS!!!

Foto: Daily Mail (Lisa)

De uma noite de paixão entre um bode e uma ovelha em Schwerte, no norte da Alemanha, no Vale do Ruhr, aconteceu o nascimento de Lisa. Lisa é um uma ovelha na forma e na estatura, mas tem as pernas e a coloração de uma cabra. Ela foi encaminhada para um especialista em Hanover que irá determinar seu status genético.Até o momento não se sabe se Lisa ira produzir leite de cabra ou de ovelha.

E em reportagem o Globo Rural mostrou a fazenda fica no município de Itapecuru Mirim no norte do Maranhão. Lá, um bode foi criado no meio dos carneiros. O bode, animal robusto e de pêlos longos, bem diferente dos carneiros, acabou reinando entre as ovelhas; virou um conquistador. Quando começaram os namoros, seu Alfredo teve trabalho. “Acontecia ele até arrebentar a porteira e passar para onde elas estavam. Aí um dia eu amarrei ele, e elas iam pra onde ele ia. Não tinha outro jeito. Daí fui obrigado a soltar, liberar ele”, conta o vaqueiro Alfredo Catarino. Uma das ovelhas decidiu investir na relação e não largou mais o bode. Na tentativa de evitar o cruzamento entre o bode e a ovelha, o dono da fazenda tentou separar o casal, mas não teve jeito. A união acabou gerando uma raridade. O filhote do casal nasceu. Chamou a atenção pelas diferenças físicas em relação aos caprinos comuns. “A gente consegue ver a diferença na formação da cabeça, que não é nem parecida com carneiro e nem com bode é uma mistura dos dois. E a orelha, a orelha é bem diferente, tanto da mãe quanto do pai. Aí você observa também o rabo. Se fosse um filho de carneiro, não seria assim. A pelagem você percebe que é uma mistura, pois o bode é mais peludo. Ele não tem este pêlo”, descreve o criador João Gouveia. O Centro de Genética da Embrapa, do Ceará, vai fazer um teste de DNA para comprovar o cruzamento entre espécies, que é considerado raro. Também para atestar a paternidade do bode. “Eles estão mandando material para coletar o sangue do macho, da fêmea e do filho, para fazer a comprovação científica”, afirma João. Enquanto isso, a família que contrariou as convenções da natureza segue unida pelos pastos da fazenda. O veterinário Enrico Ortolani, consultor do Globo Rural, explica que o filhote de bode com ovelha é um animal estéril, quer dizer, não vai servir como reprodutor.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Como Criar Minicoelho

Pra completar o post de ontem, resolvi colocar o "como criar" o minicoelho
Espero que seja proveitoso...

CRIAÇÃO MÍNIMA: três grupos de raças diferentes com três fêmeas e um macho CUSTO: o preço unitário oscila entre R$ 70 e R$ 80

RETORNO: um ano

REPRODUÇÃO: de quatro a seis coelhinhos

INÍCIO - cursos oferecidos no mercado dão orientações sobre a atividade, o que pode facilitar para quem não tem experiência com o manejo dos minicoelhos. Adquira exemplares de coelhários com referências e, na hora da escolha, leve em consideração a qualidade genética e a saúde dos animais.

AMBIENTE - locais com temperaturas que variam de 18 a 25 graus célcius são ideais para os minicoelhos, embora eles sejam resistentes ao frio. Já ambientes muito quentes, acima de 30 graus, prejudicam a criação. Previna-se com a construção de galpões arejados, na posição leste-oeste, bem iluminados e com laterais de tela de arame e mureta de 0,5 metro para proteção. Como alternativa para reduzir alguns graus da temperatura, use ventilação interna e acomode mantas térmicas embaixo do telhado, o qual também pode ser resfriado com aspersores de água. Mas não deixe passar correntes de vento com a instalação de cortinas ou o cultivo de uma cerca viva.

GAIOLAS - dentro dos galpões, os minicoelhos ficam em gaiolas de arame galvanizado e com bandejas no fundo para limpeza de dejetos e restos de alimentos. Para abrigar uma fêmea e o ninho com os filhotes, as medidas devem ser de 60x60x40 centímetros. Água e ração são servidos em cumbucas de barro, opções mais baratas que gaiolas com comedouros de chapa galvanizada encontradas no varejo. A madeira é o material para os ninhos de 30x25x15 centímetros, mas o fundo deve contar com uma tela removível para retirar a sujeira.

CUIDADOS - a higienização frequente dos coelhários é necessária para evitar a exposição da criação a riscos de contaminação de doenças. O uso de lança-chamas é recomendado uma vez por mês para limpar o local. Os minicoelhos preferem o silêncio a locais barulhentos, que provocam estresse e ansiedade nos animais, levando-os a ter problemas circulatórios, respiratórios e digestivos.

ALIMENTAÇÃO - os minicoelhos são herbívoros, por isso se alimentam de vegetais, mas em pequenas quantidades. Forneça hortaliças pré-murchadas para que não fermentem e causem problemas intestinais. São aceitas pelos minis alfafa, rami, ramas de batata-doce, aveia e feijão guandu, além de outros grãos, abóbora, gramíneas, ervas aromáticas e banana. Como têm habito noturno, eles se alimentam à noite. Para ganhar peso mais rapidamente, ofereça ração peletizada específica para o consumo de coelhos na quantidade diária de 70 gramas. Água limpa e fresca à vontade.

REPRODUÇÃO - o coelho anão é bom procriador, porém gera menos filhotes que as espécies maiores. Dos minis nascem de quatro a seis crias após um mês do acasalamento. Os láparos devem ser mantidos aquecidos sob 35 a 39 graus célcius, o que pode ser feito com a aproximação de uma lâmpada de 60 Watts acesa. Em 35 dias são desmamados. A cobertura, que acontece durante segundos, tem melhor resultado quando realizada pela manhã e no entardecer. Leve a fêmea até a gaiola do macho nesses horários.

Fonte: Revista Globo Rural

Cursos IEPEC


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O IEPEC está oferecendo mais dois novos cursos:
Alguns detalhes fazem muita diferença na produção de cordeiros e cabritos, cuidados com as fêmeas gestantes podem evitar mortes, aumentar significativamente a taxa de natalidade e consequentemente os lucros.
Uso do GPS em atividades agropecuárias - Ferramenta auxiliar de gerenciamento
Matricule-se no curso e aprenda a utilizar este recurso tecnológico em inúmeras atividades do seu dia a dia. Os alunos entenderão como utilizar o GPS combinado com imagens do Google Earth e Google Maps, sem contar outros dois softwares que serão abordados.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Minicoelho


Apesar de procriarem menos que os pares maiores, as miniaturas são boas reprodutoras e geram de quatro a seis láparos por vez.


Talvez pela graciosidade, pelo tamanho das orelhas ou por serem representados por personagens simpáticos em desenhos animados, coelhos são animais muito cativantes, principalmente entre as crianças. Se os de porte comum chamam a atenção logo que são vistos, os da versão miniatura causam fascínio à primeira vista. Mamífero de pelo macio, amigável e bonito, os minicoelhos são idênticos aos pares maiores. Mas, pelas pequenas proporções, despertam ainda mais curiosidade.

De temperamento tranqüilo e pronto para brincadeiras, os minis estão ficando mais populares como bichos de estimação e ampliando as oportunidades para a atividade de criação. Para seu manejo não é preciso um local espaçoso nem muitos recursos. Sítios, chácaras ou até mesmo uma pequena área no fundo de casa pode alojar os minicoelhos, que necessitam de apenas um metro quadrado por exemplar. Instalações simples, que podem ser montadas com tela de arame, telha de barro, alvenaria, viga de madeira ou pilar de tijolo, oferecem condições para o desenvolvimento dos animais.
Os pequenos roedores também não são exigentes na alimentação. Gostam de comer vegetais, sobretudo alfafa, rami, talos de legumes, semente de trigo e aveia. São produtos que podem ser cultivados no mesmo local de criação. De ração peletizada, que deve ser fornecida diariamente para cada um deles, consomem somente 70 gramas.
Também chamada de coelho anão, a espécie domesticada Oryctolagus cuniculus conta com diversas variedades de cores e pelagens disponíveis no mercado. O peso pode oscilar entre 1,3 e 2 quilos, e o tempo médio de vida chega a oito anos. Bons reprodutores, como os coelhos de tamanho convencional, procriam com frequencia, oferecendo bom plantel ao criador.
Porém, ambientes com altas temperaturas devem ser evitados, posto que podem provocar problemas de fertilidade, além de ser fatal. Os minicoelhos são vulneráveis a doenças respiratórias em períodos de elevada umidade relativa do ar ou quando há correntes de ar. Para assegurar menos riscos à atividade, é ainda importante manter as instalações higienizadas. Sem vacinas específicas para coelhos, a prevenção é a melhor forma de manter os animais saudáveis.
Texto João Mathias
Consultor Laerte Tvardovskas
Fonte: Revista Globo Rural

quarta-feira, 9 de junho de 2010