
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Tatu

quarta-feira, 16 de junho de 2010
Gestação e sua duração nas diferentes espécies
terça-feira, 15 de junho de 2010
Bernes

l - Larvas que se nutrem de tecido vivo - Larvas biontófagas;
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Animais 'feios' são menos pesquisados

O trabalho, feito por pesquisadores da Universidade de Pretória, revela uma tendência forte, pela comunidade científica, a escolher espécies carismáticas como alvo de estudos.
Tigres, leopardos, chipanzés e gorilas são alguns dos mais favorecidos, em detrimento de rãs, lagartixas e aves.
Em linhas gerais, a pesquisa científica está dominada pelo estudo de grandes mamíferos ameaçados, ao passo que répteis, aves e pequenos mamíferos em perigo de extinção recebem muito menos atenção, concluiu o estudo.
Financiamento e publicidadePara chegar a esta conclusão, os pesquisadores fizeram uma contagem de todos os estudos sobre espécies feitos no sul da África e publicados entre 1994 e 2008.
Os resultados foram depois comparados à lista global produzida pela União Internacional Para a Conservação da Natureza, que classifica animais segundo seu risco de extinção.
Eles verificaram que os chipanzés, por exemplo, foram os protagonistas de 1.855 estudos, ao passo que outras espécies, como o peixe-boi, por exemplo, foi tema de apenas 14.
"Pode ser que os cientistas estudem mais estes animais porque lhes interessa mais ou é mais fácil de conseguir verbas ou ainda porque é as chances de ter seu trabalho publicado posteriormente é maior", disse à BBC Morgan Trimble, uma das autoras do estudo.
A autora espera que ao expor as preferências dos cientistas ao escolher uma espécie para estudar ajude as entidades que financiam projetos a refletir sobre a melhor forma de preservar espécies.
FONTE: GLOBO
domingo, 13 de junho de 2010
Por que os peixes morrem de barriga para cima?

A grande maioria dos peixes possui um órgão chamado bexiga natatória, que é um a bolsa de ar que ele infla ou murcha, respectivamente para subir ou descer, nas diferentes pressões do ambiente aquárico em que vive. Quando o peixe morre, esta baxiga natatória fica com um pouco de ar, e como este órgão se localiza na barriga, faz com que o peixe fique virado. Podemos pensar também no seguinte: a coluna vertebral do peixe é mais pesada que os órgãos que estão na sua barriga, e este fato, somado à presença da bexiga natatória, contribuem para que o peixe fique de barriga para cima.
sábado, 12 de junho de 2010
Romance entre Bode e Ovelha!
Foto: Daily Mail (Lisa)sexta-feira, 11 de junho de 2010
Como Criar Minicoelho
Pra completar o post de ontem, resolvi colocar o "como criar" o minicoelhoEspero que seja proveitoso...
CRIAÇÃO MÍNIMA: três grupos de raças diferentes com três fêmeas e um macho CUSTO: o preço unitário oscila entre R$ 70 e R$ 80
RETORNO: um ano
REPRODUÇÃO: de quatro a seis coelhinhos
INÍCIO - cursos oferecidos no mercado dão orientações sobre a atividade, o que pode facilitar para quem não tem experiência com o manejo dos minicoelhos. Adquira exemplares de coelhários com referências e, na hora da escolha, leve em consideração a qualidade genética e a saúde dos animais.
AMBIENTE - locais com temperaturas que variam de 18 a 25 graus célcius são ideais para os minicoelhos, embora eles sejam resistentes ao frio. Já ambientes muito quentes, acima de 30 graus, prejudicam a criação. Previna-se com a construção de galpões arejados, na posição leste-oeste, bem iluminados e com laterais de tela de arame e mureta de 0,5 metro para proteção. Como alternativa para reduzir alguns graus da temperatura, use ventilação interna e acomode mantas térmicas embaixo do telhado, o qual também pode ser resfriado com aspersores de água. Mas não deixe passar correntes de vento com a instalação de cortinas ou o cultivo de uma cerca viva.
GAIOLAS - dentro dos galpões, os minicoelhos ficam em gaiolas de arame galvanizado e com bandejas no fundo para limpeza de dejetos e restos de alimentos. Para abrigar uma fêmea e o ninho com os filhotes, as medidas devem ser de 60x60x40 centímetros. Água e ração são servidos em cumbucas de barro, opções mais baratas que gaiolas com comedouros de chapa galvanizada encontradas no varejo. A madeira é o material para os ninhos de 30x25x15 centímetros, mas o fundo deve contar com uma tela removível para retirar a sujeira.
CUIDADOS - a higienização frequente dos coelhários é necessária para evitar a exposição da criação a riscos de contaminação de doenças. O uso de lança-chamas é recomendado uma vez por mês para limpar o local. Os minicoelhos preferem o silêncio a locais barulhentos, que provocam estresse e ansiedade nos animais, levando-os a ter problemas circulatórios, respiratórios e digestivos.
ALIMENTAÇÃO - os minicoelhos são herbívoros, por isso se alimentam de vegetais, mas em pequenas quantidades. Forneça hortaliças pré-murchadas para que não fermentem e causem problemas intestinais. São aceitas pelos minis alfafa, rami, ramas de batata-doce, aveia e feijão guandu, além de outros grãos, abóbora, gramíneas, ervas aromáticas e banana. Como têm habito noturno, eles se alimentam à noite. Para ganhar peso mais rapidamente, ofereça ração peletizada específica para o consumo de coelhos na quantidade diária de 70 gramas. Água limpa e fresca à vontade.
REPRODUÇÃO - o coelho anão é bom procriador, porém gera menos filhotes que as espécies maiores. Dos minis nascem de quatro a seis crias após um mês do acasalamento. Os láparos devem ser mantidos aquecidos sob 35 a 39 graus célcius, o que pode ser feito com a aproximação de uma lâmpada de 60 Watts acesa. Em 35 dias são desmamados. A cobertura, que acontece durante segundos, tem melhor resultado quando realizada pela manhã e no entardecer. Leve a fêmea até a gaiola do macho nesses horários.
Fonte: Revista Globo Rural
Cursos IEPEC

quinta-feira, 10 de junho de 2010
Minicoelho

Apesar de procriarem menos que os pares maiores, as miniaturas são boas reprodutoras e geram de quatro a seis láparos por vez.
Talvez pela graciosidade, pelo tamanho das orelhas ou por serem representados por personagens simpáticos em desenhos animados, coelhos são animais muito cativantes, principalmente entre as crianças. Se os de porte comum chamam a atenção logo que são vistos, os da versão miniatura causam fascínio à primeira vista. Mamífero de pelo macio, amigável e bonito, os minicoelhos são idênticos aos pares maiores. Mas, pelas pequenas proporções, despertam ainda mais curiosidade.









