segunda-feira, 7 de março de 2011

Uso da água

No dia 22 de março o mundo comemora o Dia da Água. E mais do que apenas abordar a questão do consumo consciente, é importante salientar também os benefícios que um tratamento adequado traz para a saúde da população. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) para cada R$ 1,00 investido em saneamento básico são economizados R$ 5,00 na saúde pública e, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria do Cloro, o tratamento da água é responsável pelo aumento da expectativa de vida em 50%. 
A Beraca, por exemplo, auxilia no abastecimento de grandes populações urbanas e rurais, por meio de soluções integradas para o tratamento da água, que colaboram efetivamente para que mais de 47 milhões de pessoas sejam beneficiadas com água tratada e de qualidade. A empresa, considerada a maior distribuidora de cloro da América Latina, está presente em mais de 15 mil municípios em todo o país há mais de 50 anos. 
Para João Luis dos Santos, especialista em tratamento e qualidade de água da Beraca, é fundamental que as autoridades invistam no saneamento básico para que doenças e mortes causadas por água contaminada diminuam. "Mais de 75% dos casos de morte de crianças menores de 5 anos ocorrem por diarréia e, de acordo com dados divulgados pelo IBGE, acontecem nas zonas rurais”, alerta. Em breve a Beraca lançará um programa de qualidade de água para atender especialmente o setor rural, que terá como objetivo levar até essas áreas que não dispõem de água tratada uma solução simples e eficaz.

Assessoria de Imprensa Beraca

domingo, 6 de março de 2011

Boas perspectivas para o aumento do consumo de ovos no Brasil e no mundo

Recém-chegado da Gulfood Dubai, nos Emirados Árabes, o presidente Executivo da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, disse que são extremamente positivas as perspectivas para o aumento do consumo de ovos não só no Brasil, mas também no mercado internacional. Ainda, segundo Turra, a avicultura brasileira tem todas as condições para atender a um crescimento da demanda.
“Hoje o consumo per capita de carne de frango no Brasil está em 44 quilos/ano, contra 15 quilos da média internacional. Enquanto isto o consumo de ovos no mercado brasileiro é de 7,6 quilos por habitante/ano, enquanto no exterior a média é de 8,5 quilos”, frisou Turra.
O presidente Executivo da Ubabef destacou, no entanto, uma mudança de percepção favorável ao ovo, como alimento saudável e rico em proteínas.
“O fato de a presidente da República, Dilma Rousseff, ter participado de um dos programas com maior audiência da televisão brasileira e preparar uma omelete é um bom indicador do reconhecimento do ovo como um alimento nutritivo e saudável. Esse reconhecimento também tem sido destacado em reportagens de grandes veículos da imprensa brasileira”, concluiu.

Ubabef

sábado, 5 de março de 2011

Em 10 anos, agropecuária é líder na economia

A agropecuária foi a atividade que mais cresceu nos últimos dez anos. A média do Produto Interno Bruto (PIB) do setor, que representa a soma em valores monetários de todos os bens e serviços produzidos, no período de 2000 a 2010, aponta um crescimento anual de 3,67%, enquanto o PIB geral do país mostra avanço de 3,59% (média por ano). A análise da série história foi feita pelo coordenador de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura, José Garcia Gasques, após a avaliação do resultado do último semestre de 2010 e a média final do mesmo ano, divulgados nesta quinta-feira, 3 de março, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
"Podemos citar que os motivos desse crescimento alcançado pela agropecuária nos últimos dez anos são as grandes mudanças que ocorreram na agricultura e pecuária desde o final de 1999", destaca Gasques. Segundo o coordenador, a partir do ano 2000, políticas setoriais como o crédito rural foram destaque na economia brasileira, com a formação de uma curva de crédito em ascenção. Somente no período de 2003 a 2010, mais de R$ 270 bilhões foram aplicados em crédito no país. Os investimentos em modernas máquinas agrícolas, a mudança da política cambial de 1999 (que passou ao câmbio flutuante) e a inserção brasileira no mercado internacional, com o forte comércio de produtos em que antes o país não tinha tradição, como carnes, também foram responsáveis pelo desenvolvimento do setor na última década.
Desempenho em 2010 - A atividade agropecuária cresceu 6,5% em 2010, ocupando o segundo lugar dos setores que mais cresceram no país. O levantamento do IBGE mostra que a economia brasileira cresceu 7,5% no ano passado, e um dos setores que puxaram esse incremento foi o consumo familiar, com 7% de aumento. Em valores, o PIB brasileiro totalizou R$ 3,675 trilhões e, o PIB da agropecuária, R$ 180,8 bilhões.
Para o coordenador, a valorização das commodities exerceu importante papel nesse desempenho. "Principalmente quando nos referimos à análise do último semestre de 2010, período em que grande parte das atividades agrícolas já foi encerrada devido ao ciclo da safra brasileira, as exportações são destaque", ressalta Gasques. Ele informa, ainda, que setores específicos, como café, laranja, trigo e cana-de-açúcar também elevaram a taxa deste ano.
"O resultado positivo apresentado tanto no último ano, quanto na análise da série histórica da última década, mostra que o setor agropecuário vem em um crescimento constante e linear que tende a se repetir nos próximos anos", explica Gasques. Segundo o coordenador de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura, em 2011, o Valor Bruto da Produção (VBP), um dos índices que compõem o PIB do setor, pode alcançar, em valores, aproximadamente, R$ 184,2 bilhões, um crescimento de 4,5% em relação a 2010, quando o valor registrado foi de R$ 176,2 bilhões.

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sexta-feira, 4 de março de 2011

Tamanduá Mirim

Vive solitário. Alimenta-se de cupins, formigas e abelhas. O tamanduá-mirim pode ser visto alimentando-se no chão ou nas árvores. Ao contrário do tamanduá-bandeira que apresenta cauda com pelagem densa, o tamanduá-mirim tem uma cauda preênsil que o auxilia quando está nas árvores. As garras dianteiras são longas, mas não tanto quanto às do tamanduá-bandeira, mesmo se considerarmos as diferenças de tamanho entre os dois animais.
Normalmente é vagaroso, mas quando perseguido pode fugir rapidamente ou erguer-se nas patas traseiras em postura defensiva, como na foto. Quando não está ativo, descansa em buracos de árvore, tocas abandonadas de outros animais ou em outras cavidades naturais. A fêmea da espécie produz geralmente um único filhote depois de um período de gestação de cerca de 160 dias. O filhote é carregado no dorso da mãe ou deixado em alguma toca e quando fica mais velho pode acompanhar a mãe em suas atividades de alimentação.

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quinta-feira, 3 de março de 2011

Empresa israelense desenvolve sistema sustentável de criação de peixes

Fundada por Yaron Gissin, a GFA Advanced Systems Ltd. incorporou a tecnologia criada pelo professor Yap Van Rein, da Faculdade de Agricultura da Universidade Hebraica de Jerusalém. 
“É um sistema fechado que impede a contaminação externa – uma solução completa para o problema da poluição por resíduos de peixes”, diz o CEO da GFA, Dotan Bar-Noi.
Os tanques de peixe são feitos de plástico comum e é usada água de torneira com adição de sal. A sofisticação está no sistema para limpar a água das fezes dos peixes. “Esta tarefa é realizada por biofiltros, purificadores feitos a partir de bactérias específicas que quebram os compostos de azoto e carbono em resíduos de peixe para convertê-los em gás carbônico e nitrogênio gasosos, que não causam danos à atmosfera. As bactérias são tão eficientes que não há necessidade de substituir a água nos tanques de peixes”, conclui Bar-Noi.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Embrapa no exterior

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) terá mais autonomia para atuar no exterior. A Lei nº 12.383, publicada nesta quarta-feira, 2 de março, permite mais flexibilidade nas operações em outros países, incluindo atividades de cooperação científica, tecnológica e de transferência de tecnologia. Além disso, a norma facilita o atendimento às demandas das nações em desenvolvimento pelas tecnologias tropicais desenvolvidas pela estatal. “A ampliação do trabalho da Embrapa no exterior vai consolidar a posição de liderança do Brasil na produção de alimentos”, afirma o ministro da Agricultura Wagner Rossi.
Para o presidente da Embrapa, Pedro Arraes, essa autonomia garantida pela lei vai facilitar a cooperação internacional e a transferência de tecnologia tropical para outros países, beneficiando a agricultura brasileira e a de outros países em desenvolvimento.
A medida altera a lei de criação da Embrapa (Lei nº 5.851/72), que autorizava a empresa a atuar apenas em território brasileiro. A lei publicada hoje teve origem em medida provisória editada pelo governo em setembro de 2010. “Até então, a presença formal fora do Brasil ocorria por meio de projetos estabelecidos com instituições parceiras”, informa o coordenador de cooperação internacional da Secretaria de Relações Internacionais da Embrapa, Antônio Prado. Na prática, a Embrapa torna-se independente para criar escritórios no exterior, por exemplo, com maior flexibilidade de gestão e administração.
A medida permite à empresa enviar e receber recursos para regiões onde já estão instalados projetos, sem limitações jurídicas. Dessa forma, operações como abertura de contas bancárias, contratação de profissionais e procedimentos administrativos locais não dependem mais exclusivamente de convênios.
Segundo Prado, a intenção não é criar centros de pesquisa ou novas estruturas no exterior, tampouco tornar sem efeito os acordos já existentes. O objetivo principal é que não seja mais indispensável a intermediação de organismos internacionais na atuação da Embrapa em outros países.
Atuação no exterior
A cooperação científica entre Embrapa e instituições de pesquisa de outros países ocorre há 12 anos por meio de programas de treinamentos, intercâmbio de pesquisadores e execução de projetos de pesquisa.
A atuação fora do Brasil foi intensificada em 1998, com a criação do Labex (Laboratório Virtual no Exterior) nos Estados Unidos, em parceria com o Serviço de Pesquisa Agrícola do Departamento de Agricultura norte-americano. Além do Labex EUA, estão hoje em operação laboratórios virtuais em três países da Europa (Holanda, França e Inglaterra) e um na Coreia do Sul.
No âmbito da cooperação para transferência de tecnologia, a estatal brasileira – considerada líder na agricultura tropical - tem sido demandada por países da África e da América Latina e outros continentes. Essa procura tornou necessário à Embrapa montar projetos na Venezuela, na África e no Panamá.

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terça-feira, 1 de março de 2011