terça-feira, 13 de julho de 2010

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Cooperativa capixaba - fábrica de leite em pó

Cooperativa de Laticínios Selita iniciou as operações da primeira fábrica de Leite e Soro em pó do Espírito Santo. Ao todo foram investidos R$ 13 milhões.

FONTE: http://www.youtube.com/watch?v=I_TEco9vSys

domingo, 11 de julho de 2010

Criação de coelhos gigantes

Criação de coelhos gigantes se destaca como atividade lucrativa em Marataízes (ES)

Além de coelhos gigantes com até sete quilos, o produtor cria também mini coelhos muito procurados como animais de estimação.

FONTE:http://www.youtube.com/watch?v=SRWCkPwfvgo&feature=related

sábado, 10 de julho de 2010

CRIAÇÃO DE FRANGO E GALINHA CAIPIRA

Encontrei esse vídeo no youtube e achei interessante.

Espero que seja útil e que todos gostem!!!

;*

Modelo Galinheiro Simples


Este galinheiro foi feito para que os ovos não ficassem perdidos no pasto. E que acabassem como comida de cobra ou pequenos animais. Foram usados materiais usados. Compramos apenas as madeira de 35cm novas, pois ao comprar a empreza cortava e graça os moldes pré-prontos. Na fazenda em Rio Verde - Goiás de propriedade de dona Elza e Marta foram feitas 16 baias, mas faltou os puleiros para as galinhas subirem. Enfim, depois de meses se constatou que as galinhas só procuavam lá para botar se fosse criado o hábito. Por Exemplo, alimentação e lugar contra o vento e aquecido.


sexta-feira, 9 de julho de 2010

Como Criar Esquilo-da-mongólia


CRIAÇÃO MÍNIMA: 20 casais para uma atividade comercial
CUSTO: R$ 12 é o preço de cada casal
RETORNO: a partir dos seis meses
REPRODUÇÃO: seis filhotes por cria, em média
INÍCIO - compre exemplares de criadores profissionais e com larga experiência na atividade, preferencialmente com indicação. A precaução reduz os riscos de problemas no futuro. Aproveite para pedir orientações sobre os cuidados com os esquilos-da-mongólia e outras dicas que facilitem a lida com os bichos.
AMBIENTE - o local de criação do esquilo deve ser de clima ameno. A temperatura recomendada é por volta de 23 graus célsius. Escolha uma área arejada e sem ventos fortes para instalar as gaiolas. Não exponha os animais ao sol, pois eles têm pouco tolerância, e mantenha-os em local protegido da entrada de ratos, para evitar transmissão de doenças.
CAIXAS - o bichinho é criado em caixas plásticas de laboratório, com grade metálica na parte superior, onde se colocam a ração e o bebedouro de bico. Elas podem ser acomodadas em prateleiras para facilitar o manejo, que deve contar com vistorias periódicas, devido ao curto ciclo de reprodução.
CUIDADOS - para evitar problemas sérios de saúde como a pneumonia, o esquilo-da-mongólia não deve tomar banho com água. Disponibilize uma pequena banheira com pó de mármore ou bicarbonato para que ele tome banhos secos. É importante, no entanto, manter a gaiola bem limpa. Retire a sujeira mais grossa e, em seguida, limpe com um pano úmido. Passe mais uma vez um pano com álcool. Como o esquilo é roedor, atenção quanto ao que deixar ao alcance dele. Madeira de cedro ou pinus não é recomendada, pois contêm substâncias tóxicos ao esquilo. A qualquer sinal de doença no animal, deve-se procurar um médico-veterinário para orientação.
ALIMENTAÇÃO - deixe alimento disponível na gaiola o tempo todo. Ofereça amendoim cru, ervilha, grão--de-bico e sementes de girassol. Ração e verduras também são aceitos, além de insetos, apesar de alimentos vivos induzirem o animal ao canibalismo. Há ainda alimentos próprios para esquilos no mercado varejista. Água limpa não pode faltar.
REPRODUÇÃO - se o casal não vive na mesma gaiola desde filhote, junte o macho à fêmea apenas na época da reprodução. Com 65 a 85 dias de vida, o esquilo está pronto para procriar. Mas o cio dura apenas um dia, com repetições a cada quatro ou cinco dias. A fêmea leva de 24 a 26 dias para dar à luz a seis filhotes, em média.
FILHOTES - com três a quatro semanas, separe os filhotes dos pais e, com um mês, coloque machos e fêmeas em gaiolas diferentes. Apalpe a região dos órgãos genitais para identificar os machos, que têm os testículos proeminentes. No caso das fêmeas, dominantes na espécie, é mais indicado que cada uma tenha sua própria gaiola. Uma opção para evitar brigas na época da reprodução é manter um casal em cada gaiola durante o período de gestação.
Pierre J. Alonso - Zootecnista
Fonte: Revista Globo Rural

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Esquilo-da-mongólia

Vivaz, dócil e de boa adaptação em gaiolas, o roedor ainda é uma novidade no mercado como animal de estimação


Nos Estados Unidos, já é considerado animal de estimação. Por aqui, ainda é pouco conhecido como bicho doméstico, mas aos poucos tem aumentado o interesse dos brasileiros por sua companhia. Com temperamento social e pacífico, limpo e sem produzir mau cheiro, fácil de manejar e sem exigir muito espaço, o esquilo-da-mongólia (Meriones unguiculatus) é uma ótima alternativa para iniciar uma criação tida como novidade no mercado.
O local de origem do gerbil, como o esquilo é também conhecido em países da Europa e nos EUA, é incerto. Há quem diga que a indicação de seu nome popular esteja correta, sendo ele oriundo de áreas semidesertas da Mongólia e do nordeste da China. No entanto, outras informações sugerem que o esquilo seja procedente de regiões da Ásia Central e do Oriente Médio, sem muita precisão geográfica.
Quanto à cor original, há pelo menos consenso: marrom-dourado, com as pontas dos pelos pretas, denominada "agouti". Por meio de várias mutações obtidas por seleção em cativeiro, existem outras tonalidades fixadas, como marrom-dourado com pintas brancas, preto, branco, canela, cinza-amarronzado, azul, entre outras. O albino se diferencia do branco pela cor vermelha dos olhos.
Roedor, o esquilo-da-mongólia gosta de comer grãos, com um consumo médio diário de cinco a oito gramas para cada 100 gramas de peso do animal. Pela característica da espécie, seus dentes incisivos precisam ser desgastados, pois crescem continuamente. Galhos ou cascas de árvores ajudam no controle e distraem o animal.
Muito vivaz, o esquilo não para quieto. Gosta de fazer ninhos com qualquer material que encontra pela frente, diverte-se com brinquedos e sobe e desce rampas, quando disponíveis na gaiola. O animal se entretém até com rolo de papelão vazio de papel higiênico. De dia ou à noite, o esquilo-da-mongólia tem como hábito alternar períodos de vigília com descanso. A expectativa de vida do bichinho é de apenas três anos, com possibilidade de atingir, no máximo, quatro anos.
Como vive pouco, a maturidade sexual chega cedo, entre 65 e 85 dias após o nascimento, enquanto a gestação leva de 24 a 26 dias. Fêmeas e machos devem ser criados juntos, para não correr o risco de haver um ambiente hostil no período de reprodução. Assim, antes dos dois meses de idade, animais de sexos diferentes devem passar a conviver na mesma gaiola.

Texto João Mathias
Consultor Pierre J. Alonso
Fonte: Revista Globo Rural

quarta-feira, 7 de julho de 2010

COMO CONTROLAR: surtos de mosca-dos-estábulos?

A mosca Stomoxys calcitrans, popularmente conhecida por moscados-estábulos ou por mosca-do-bagaço, ocorre em diversos países do mundo, principalmente em áreas ao redor de estábulos e confinamentos. É um inseto hematófago, ataca preferencialmente equinos e bovinos. Eventualmente, ataca outros animais domésticos e o homem. Realiza a postura e se desenvolve em resíduos orgânicos de origem vegetal ou animal, úmidos e em processo de decomposição ou de fermentação.
Também podem servir como substrato para o desenvolvimento das larvas desta mosca a cama de frango de aviários e restos de culturas ou de alimentos do gado, tais como: feno, silagem, material verde picado, palha de forrageiras, palha de cana-de-açúcar, 
compostagem mal manejada.

Ciclo evolutivo da Mosca-dos-Estábulos

O desenvolvimento de ovo até adulto é completo em torno de duas a três semanas em climas quentes, podendo durar mais de dois meses em climas temperados.


O período de vida de uma mosca adulta é de 15 a 30 dias. Além da perda de sangue utilizado na alimentação da mosca, as suas picadas são muito doloridas. Altas infestações podem provocar estresse que causa alterações no comportamento dos animais, os quais diminuem o tempo de pastejo, acarretando prejuízos no ganho de peso e na produção de leite. Esse inseto é capaz de atuar na transmissão de vários patógenos de bovinos e equinos.


Alternativas de Controle

• Manter a higiene das instalações, limpando sistematicamente fezes e restos alimentares, principalmente naquelas propriedades com sistema de confinamento ou leiterias.

• Remover e dar destino adequado (via espalhamento ou compostagem) para toda e qualquer matéria orgânica acumulada, especialmente, os resíduos alimentares e/ou dejetos dos animais.

• Revolver o material de compostagem completamente duas vezes por semana e dispor a composteira de modo a drenar naturalmente a água da chuva.

•Avaliar a eficácia dos princípios ativos inseticidas de produtos químicos antes de sua aplicação no controle da mosca.
•Usar, quando necessário, inseticidas que sabidamente funcionam e que possuam origem reconhecida, assim como, registro para uso em animais, utilizando sempre com rigor a dose e o volume de calda indicados por animal a ser tratado.
•Procurar a assistência técnica, sempre e especialmente, quando for percebido que os produtos de controle não estão fazendo o efeito desejado.
•Realizar o controle químico, quando necessário, apenas nos dias previamente programados de forma coordenada. Todas as propriedades envolvidas e adjacentes ao problema devem fazer parte da programação. 
O uso frequente de inseticidas nos animais não é sustentável, pornão ser eficiente quando utilizado isoladamente. O seu uso demaneira generalizada e repetida propicia a seleção edesenvolvimento de populações de moscas resistentes, podendoocasionar, também, desequilíbrios ambientais.

Em usinas sucroalcooleiras para diminuir uma possível contribuiçãoda vinhaça para a multiplicação da mosca sugere-se:
•Distribuição fracionada da vinhaça em etapas com intervalosuficiente entre aplicações de modo que permita ser rapidamenteabsorvida pelo solo.

•Realizar a incorporação da palha de cana pós-colheita ao solo após a primeira aplicação de vinhaça. 
•Se possível, não distribuir a vinhaça quando o solo ainda estiver encharcado com água de chuvas.

Alerta-se o fato de que, pastagens vedadas, com abundância de forragem seca e palhada, também podem, em condições de muita umidade, permitir o desenvolvimento de moscas.


Por isso, o manejo da pastagem torna-se importante estratégia auxiliar no controle da mosca-dos estábulos.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Carne de frango valoriza em junho

O aumento da oferta da carne de frango nos últimos dias não foi suficiente para diminuir as cotações do produto. Dessa forma, segundo pesquisas do Cepea, o preço da carne de frango fechou com ligeira alta no acumulado de junho.

Nesse período, tanto o frango resfriado quanto o congelado valorizaram 0,7% no atacado da Grande São Paulo, negociados na quarta-feira, 30, a R$ 2,28/kg e a R$ 2,44/kg, respectivamente.

O preço do frango vivo, no entanto, caiu em todas as praças pesquisadas pelo Cepea, em junho. O quilo da ave foi comercializado a R$ 1,47 na média do estado de São Paulo, baixa de 2,2% no mês.

FONTE: Cepea

Bééééééééé!